10 clássicos que passam de geração em geração

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Conheça livros incríveis, tanto nacionais quanto estrangeiros, que marcaram diferentes épocas. Boa leitura!

Clássicos são sempre inesquecíveis, né? Esses livros contam histórias sobre determinadas épocas, mas passam de geração em geração e sempre se mantêm vivos entre os leitores. São tantas obras clássicas incríveis, desde literatura brasileira até a estrangeira, que fica difícil escolher a próxima leitura.

Para ajudar você, selecionamos alguns títulos que estão entre os queridinhos do público. A hora da estrela, de Clarice Lispector, Cem anos de solidão, de Gabriel García Márquez, e Dom Casmurro, de Machado de Assis, estão entre os destaques da lista. Confira a seleção completa e boa leitura!


A hora da estrela, de Clarice Lispector

Lançado pouco antes de sua morte, a obra de Clarice Lispector narra os momentos em que o escritor Rodrigo S. M. cria a história de Macabéa, uma alagoana órfã, virgem e solitária, levada ao Rio de Janeiro por uma tia tirana. A Hora da Estrela é, no fim das contas, uma despedida de Clarice, que põe um pouco de si nas personagens de Rodrigo e de Macabéa.

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Dom Casmurro, de Machado de Assis

Conhecido por levantar uma das maiores polêmicas da literatura brasileira, Dom Casmurro trata da trajetória de Bento Santiago, a partir das lembranças de sua infância na Rua de Matacavalos e da história de amor e desventuras que viveu com Capitu. Ao longo da narrativa, Bentinho revela-se um homem perturbado pelo ciúme diante da possibilidade de adultério da mulher com “olhos de ressaca” e o colega Escobar.


Cem anos de solidão, de Gabriel García Márquez

No livro, o escritor Gabriel García Márquez narra a história da família Buendía, uma estirpe de solitários que habitam a mítica aldeia de Macondo. A narrativa se desenvolve em torno dos integrantes dessa família, com a particularidade de que todas as gerações foram acompanhadas por Úrsula. Ela é uma personagem centenária e matriarca das mais conhecidas da história da literatura latino-americana.


Auto da compadecida, de Ariano Suassuna

Neste livro, Ariano Suassuna situa a peça no nordeste brasileiro. Conta a história de João Grilo e Chicó, que andam pelas ruas anunciando A Paixão de Cristo, “o filme mais arretado do mundo”. Eles trabalham numa padaria e aproveitam a morte da cadela de dona Dora, mulher do padeiro, para ganhar um trocado e, para isto, organizam um enterro de luxo, em latim. João Grilo vive metido em confusões e, seu amigo Chicó é um covarde que gosta de contar mentiras. O medo, a morte, o céu e o inferno assombram os personagens da peça que usa dos recursos da literatura de cordel.


O quinze, de Rachel de Queiroz

Primeiro e mais famoso romance da escritora Raquel de Queiroz, O Quinze constrói uma narrativa dando enfoque e traçando paralelos entre as histórias do vaqueiro Chico Bento e de sua família e a relação afetiva entre Vicente, rude proprietário e criador de gado, e Conceição, sua prima culta e professora.


Ensaio sobre a cegueira, de José Saramago

Ensaio Sobre a Cegueira parte de uma cegueira branca que começa a atingir moradores de uma cidade. No livro, José Saramago nos apresenta uma imagem aterradora e comovente de tempos sombrios, à beira de um novo milênio. A experiência que cada um viverá com a história é única. No entanto, todos os leitores serão obrigados a pararem, fecharem os olhos e verem o mundo apresentado por Saramago.


Clara dos anjos, de Lima Barreto

O livro narra a malfadada história de Clara dos Anjos, uma jovem negra do subúrbio carioca de Inhaúma. Filha de um carteiro e de uma dona de casa, Clara conhece Cassi Jones, rapaz de família rica e socialmente bem posta, em uma roda de viola na casa de seus pais.


Crime e castigo, de Fiódor Dostoiévski

Publicado em 1860, Crime e Castigo acompanha a trajetória de Raskólnikov, um jovem estudante que transita entre as ruas de São Petersburgo até cometer um crime. A partir desse episódio, o leitor será conduzido por uma narrativa labiríntica que o levará a becos, tabernas e pequenos cômodos, visitando povoados que lutam para preservar a sua dignidade contra as várias formas da tirania.


Frankenstein, de Mary Shelley

Considerado uma obra-prima da literatura mundial, Frankenstein acompanha Victor, um cientista que dedica a juventude e a saúde para descobrir como reanimar tecidos mortos e gerar vida artificialmente. Um dia, o resultado de sua experiência, um monstro que o próprio Frankenstein considera uma aberração, ganha consciência e vontade. Neste momento, criador e criatura se enfrentam: são opostos mas, de certa forma, iguais.


Madame Bovary, de Gustave Flaubert

Madame Bovary acompanha a vida de Emma Bovary, uma mulher casada com o médico Charles. Presa a um casamento enfadonho, Emma vive imersa na leitura de romances românticos e busca no adultério a libertação dos problemas de sua vida.


O que você achou da lista?


Gabriela Mattos
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Gabriela Mattos

Gabriela é jornalista, editora do Estante Blog e foi repórter em um jornal carioca. Viciada em comprar livros, é apaixonada por literatura contemporânea e jornalismo literário.

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