Veja 12 livros incríveis por até R$ 10

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Nada melhor do que uma boa obra e com um preço que cabe em todos os bolsos. Confira nossas sugestões e boa leitura!

Em meio a tantos lançamentos e clássicos literários, às vezes fica difícil escolher qual será o próximo livro da lista, né? Para ajudar você a escolher as leituras do restante do ano, selecionamos obras incríveis, para todos os gostos, que cabem em todos os bolsos.

A lista inclui títulos por até R$ 10, como O caçador de pipas, de Khaled Hosseini, Meninos sem pátria, de Luiz Puntel, e Ciranda de pedra, de Lygia Fagundes Telles. Confira a seleção completa de livros e boa leitura!


O caçador de pipas, de Khaled Hosseini

O romance narra a tocante história da amizade entre Amir e Hassan, dois meninos que vivem no Afeganistão da década de 1970. Durante um campeonato de pipas, Amir perde a chance de defender Hassan, num episódio que marca a vida dos dois amigos para sempre. Vinte anos mais tarde, quando Amir está estabelecido nos Estados Unidos, após ter abandonado um Afeganistão tomado pelos soviéticos, ele retorna a seu país de origem e é obrigado a acertar as contas com o passado. T


Ciranda de pedra, de Lygia Fagundes Telles

Quando um casal de classe média se separa, a caçula, Virgínia, é a única das três filhas que vai morar com a mãe. É do ponto de vista dessa menina deslocada e solitária que se narram os dramas ocultos sob a superfície polida da família. Loucura, traição e morte são as forças perversas que animam esse singular romance de formação, que já na época de seu lançamento, em 1954, chamou a atenção para o talento e a originalidade da literatura de Lygia Fagundes Telles.


Fim, de Fernanda Torres

Romance de estreia de Fernanda Torres focaliza a história de um grupo de cinco amigos cariocas. Eles rememoram as passagens marcantes de suas vidas: festas, casamentos, separações, manias, inibições, arrependimentos. Álvaro vive sozinho, passa o tempo de médico em médico e não suporta a ex-mulher. Sílvio é um junkie que não larga os excessos de droga e sexo nem na velhice. Ribeiro é um rato de praia atlético que ganhou sobrevida sexual com o Viagra. Neto é o careta da turma, marido fiel até os últimos dias. E Ciro, o Don Juan invejado por todos ? mas o primeiro a morrer, abatido por um câncer. São figuras muito diferentes, mas que partilham não apenas o fato de estar no extremo da vida, como também a limitação de horizontes.


A menina que roubava livros, de Markus Zusak

Entre 1939 e 1943, Liesel Meminger encontrou a Morte três vezes. E saiu suficientemente viva das três ocasiões para que a própria, de tão impressionada, decidisse nos contar sua história, em ‘A menina que roubava livros’. Desde o início da vida de Liesel na rua Himmel, numa área pobre de Molching, cidade desenxabida próxima a Munique, ela precisou achar formas de se convencer do sentido de sua existência. Horas depois de ver seu irmão morrer no colo da mãe, a menina foi largada para sempre aos cuidados de Hans e Rosa Hubermann, um pintor desempregado e uma dona-de-casa rabugenta. Ao entrar na nova casa, trazia escondido na mala um livro, ‘O manual do coveiro’. Num momento de distração, o rapaz que enterrara seu irmão o deixara cair na neve. Foi o primeiro dos vários livros que Liesel roubaria ao longo dos quatro anos seguintes. E foram esses livros que nortearam a vida de Liesel naquele tempo, quando a Alemanha era transformada diariamente pela guerra, dando trabalho dobrado à Morte.


Meninos sem pátria, de Luiz Puntel

A lista também não poderia deixar de fora um dos principais clássicos da literatura infantojuvenil brasileira. Filhos de um jornalista perseguido por questões políticas, Marcão e Ricardo foram forçados a viver no exílio, em plena adolescência. Juntamente com o pai e a mãe, deixam o Brasil escondidos, seguindo para o Chile e, depois, para a França. Na Europa, Marcão faz grandes amizades e aparecem os amores, como a encantadora francesinha Claire. Mas o rapaz sabe que é tudo provisório. Um dia chegará o momento de retornar.


O que é racismo, de Joel Rufino dos Santos

“A raça negra tem comportamento psicológico instável e, por isso, não cria civilização.” Alguns tentam provar que as diferenças sociais são determinadas por fatores biológicos. Outros explicam que o racismo surgiu da necessidade de justificar à agressão. Seria verdade? Faria o racismo parte da natureza humana? Neste livro, os primeiros passos para a compreensão deste fenômeno universal, suas modalidades e suas implicações sociais. 


A arte da guerra, de Sun Tzu

Os escritos da família Sun sobre estratégia deram provas de seu valor através dos tempos, e continua merecendo estudos minuciosos. Desvendando interrelações complexas e às vezes inesperadas entre exércitos que travam uma batalha, eles revelam os princípios permanentes de sucesso na luta da própria vida. O propósito é oferecer aos leitores uma versão integrada dos extraordinários escritos militares da família Sun – o famoso compêndio analítico da natureza da guerra de Sun Tzu e a obra recentemente recuperada de uma tumba da dinastia Han atribuída a seu descendente direto Sun Pin, também intitulada ‘A arte da guerra’, mas, por conveniência, identificada como ‘Métodos militares’.


A cidade e as serras, de Eça de Queirós

A cidade e as serras é o ultimo romance de Eça de Queirós, publicado em 1901, um ano após sua morte. Retirado do conto “Civilização”, tem sido considerado, junto com as obras “A Ilustre Casa de Ramires” e “Correspondência de Fradique Mendes”, uma trilogia, cujo ponto comum é a crítica ao ambiente social e urbano de Portugal. Como o próprio nome da obra revela (a cidade se opõe ao campo), pretende criticar o progresso técnico, urgente e rápido, na virada do século 19 para o 20. Eça de Queirós julgava, ao fim da vida, que o homem só era feliz longe da civilização.


Percy Jackson e os Olimpianos – os Arquivos do Semideus, de Rick Riordan

Atenção jovens semideuses: preparem-se para ter acesso a arquivos altamente sigilosos. Compilado pelo escriba sênior do Acampamento Meio-Sangue, o sr. Rick Riordan, o conteúdo supersecreto inclui os relatórios de três das mais perigosas aventuras de Percy Jackson, informações valiosas conseguidas em entrevistas com os mais importantes heróis da saga, um utilíssimo mapa do acampamento e muito mais. Leiam e tornem-se especialistas no universo dos deuses e heróis do Olimpo.


Um dia, de David Nicholls

Dexter Mayhew e Emma Morley se conheceram em 1988. Ambos sabem que no dia seguinte, após a formatura na universidade, deverão trilhar caminhos diferentes. Mas, depois de apenas um dia juntos, não conseguem parar de pensar um no outro. Os anos se passam e Dex e Em levam vidas isoladas – vidas muito diferentes daquelas que eles sonhavam ter. Porém, incapazes de esquecer o sentimento muito especial que os arrebatou naquela primeira noite, surge uma extraordinária relação entre os dois. 


Fazendo meu filme, de Paula Pimenta

Fazendo meu filme é um livro encantador, daqueles que lemos compulsivamente e, quando terminamos, sentimos saudade. Não há como não se envolver com Fani, suas descobertas e seus anseios, típicos da adolescência. Uma história bem-humorada e divertida que conquista o leitor a cada página. Seja a relação com a família, consigo mesma e com o mundo; seja a convivência com as amigas, na escola e nas festas; seja a relação com seu melhor amigo e confidente. Tudo muda na vida de Estefânia quando surge a oportunidade de fazer um intercâmbio e morar um ano em outro país. As reveladoras conversas por telefone ou MSN e os constantes bilhetinhos durante a aula passam a ter outro assunto: a viagem que se aproxima. É sobre isto que trata este livro: o fascinante universo de uma menina cheia de expectativas, que vive a dúvida entre continuar sua rotina, com seus amigos, familiares, estudos e seu inesperado novo amor.


Por um fio, de Drauzio Varella

Neste livro, está de volta o narrador sensível e cuidadoso de Estação Carandiru, que, contando histórias reais, reflete sobre o impacto da perspectiva da morte no comportamento de pacientes e seus familiares. Drauzio Varella relata histórias que põem o leitor diante de questões delicadas, difíceis mesmo para quem lida com elas em sua rotina profissional. De um lado, a reação dos que se descobrem doentes, que vai da surpresa à revolta, do desespero ao silêncio e à aceitação. Do outro, a atitude dos parentes, que varia da dedicação incondicional à pura mesquinharia, da solidariedade ao abandono.


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Gabriela Mattos
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Gabriela Mattos

Gabriela é jornalista, editora do Estante Blog e foi repórter em um jornal carioca. Viciada em comprar livros, é apaixonada por literatura contemporânea e jornalismo literário.

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