Que tal conhecer os livros da Zahar?

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Editora foi pioneira em publicar obras de ciências humanas e sociais no Brasil. Veja alguns dos principais títulos!

A Zahar foi fundada em 1957 e, desde 2019, faz parte do grupo Companhia das Letras. Pioneira em publicar obras de ciências humanas e sociais no Brasil, a editora ampliou ainda o catálogo para outros gêneros literários, com os Clássicos Zahar e o selo infantil Pequena Zahar.

Que tal conhecer as obras da Zahar? Para ajudar você a escolher a próxima leitura, selecionamos alguns dos principais livros da editora. Entre os títulos estão Persuasão, de Jane Austen, O conde de Monte Cristo, de Alexandre Dumas, e O corcunda de Notre Dame, de Victor Hugo. Confira!


Persuasão, de Jane Austen

Último romance escrito por Jane Austen, Persuasão acompanha a jornada de autoconhecimento e redenção de Anne Elliot. A senhorita Elliot, filha de um importante – porém falido – baronete, de repente se vê obrigada a conviver com um amor do passado. Anos antes, Anne aceitara se casar com Frederick Wentworth; contudo, pelo fato de ele não ser rico nem influente, ela foi persuadida pela família e por uma grande amiga a romper o noivado. Agora, Wentworth retorna à cidade com um título de oficial da marinha, bastante dinheiro e o objetivo de se casar. Com o coração pesado de arrependimento, Anne terá de vê-lo cortejar outras moças, ou será que ainda há esperança de eles viverem um grande amor?


O corcunda de Notre Dame, de Victor Hugo

A cigana Esmeralda dança em frente à catedral de Notre Dame. Ao redor da jovem e da igreja, circulam outros personagens inesquecíveis – como o cruel arquidiácono Claude Frollo, o capitão Phoebus, a velha reclusa Gudule e, claro, o disforme Quasímodo, o corcunda que cuida dos sinos da catedral.


O conde de Monte Cristo, de Alexandre Dumas

Traições, denúncias anônimas, tesouros fabulosos, envenenamentos, vinganças e muito suspense. No romance, o marinheiro Edmond Dantés é preso injustamente, vítima de um complô. Anos depois, consegue escapar da prisão, enriquece e planeja uma vingança mirabolante. A galeria de personagens criada por Dumas faz um retrato fiel da França do século XIX, um mundo em transformação, em que passou a ser possível a mudança de posições sociais. As aventuras de Dantés ainda ganharam diversas versões cinematográficas que colaboraram para o sucesso da trama.


Os Maias, de Eça de Queiroz

Este livro conta a história de uma família reduzida a duas pessoas- o elegante, inteligente e civilizado Carlos da Maia e seu rico e austero avô, Afonso da Maia, que o criou e educou, depois da fuga de sua mãe com um aventureiro napolitano e do suicídio de seu pai. É ainda, em grande parte, um painel da vida portuguesa, dos ridículos da sociedade lisboeta, de sua aristocracia ociosa e parasitária, dos políticos vazios e incompetentes, do meio literário e jornalístico. Um quadro completo e devastador. Mas o tema central são os amores de Carlos da Maia. Primeiro, os amores de ocasião que não lhe deixaram sinal. Depois, o grande amor de sua vida – Maria Eduarda. Quando Carlos a viu pela primeira vez, foi um momento de alumbramento. Ambos se apaixonaram perdidamente. Tinham, de fato, nascido um para o outro. Só que o destino ia separá-los por um obstáculo único e intransponível.


Jane Eyre, de Charlotte Bronte

Jane Eyre conheceu o sofrimento ainda pequena, na casa da tia que a criou e na austera Lowood Institution onde foi educada. Mas também pequena já mostrava sua natureza firme e independente. Fiel a si mesma, ciente do seu valor e da consideração que merecia, assim manteve-se por toda a vida – ao abandonar os tormentos de Lowood e se empregar como governanta em Thornfield Hall; ao descobrir o amor mas, com ele, um terrível segredo; ao decidir partir e, depois, recomeçar.


O fantasma da ópera, de Gaston Leroux

Um homem deformado se esconde nos subterrâneos de um teatro e acaba se apaixonando por uma jovem atriz. Histórias de fantasmas e assassinatos cercam o personagem de mistério e completam o clima deste clássico da literatura.


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Gabriela Mattos
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Gabriela Mattos

Gabriela é jornalista, editora do Estante Blog e foi repórter em um jornal carioca. Viciada em comprar livros, é apaixonada por literatura contemporânea e jornalismo literário.

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