6 livros para celebrar o Dia dos Professores

(3.7 Estrelas - 3 Votos)

Neste 15 de outubro, nada como conhecer os mestres clássicos e contemporâneos. Veja a lista!

Da infância à vida adulta, não há uma fase que não estejamos cercados por algum professor. Esses profissionais são fundamentais para o nosso aprendizado, crescimento e amadurecimento durante a vida. São nossos guias do conhecimento e abrem a nossa mente para novos horizontes.

Ao longo dos anos, diversos professores se destacaram e foram fundamentais para registrar a história do Brasil e do mundo. No país, todo 15 de outubro é especial, já que comemoramos o Dia do Professor. A data remete à criação de uma lei, decretada por Dom Pedro I, em 1827.

A norma estabeleceu o Ensino Elementar no Brasil e, a partir disso, todas as cidades deveriam ter escolas primárias. Mas apenas em 1963 que o dia 15 de outubro tornou-se feriado escolar no Brasil. Enquanto isso, o Dia Mundial do Professor é celebrado em 5 de outubro.

Para homenagear a data, selecionamos livros de alguns dos principais professores da história da Educação e de outros profissionais contemporâneos. Confira a lista completa e feliz Dia do Professor!


Pedagogia da autonomia, de Paulo Freire

Com poucas páginas, este livro tem uma densidade de ideias pouco vista em qualquer outra das obras de Paulo Freire. Seu poder de síntese demonstra maturidade, lucidez e vontade de, com simplicidade, abordar algumas das questões fundamentais para a formação dos educadores, de forma objetiva. Pedagogia da Autonomia sintetiza a pedagogia do oprimido e o engrandece como gente. É o livro-testamento de sua presença no mundo. 


Vigiar e punir, de Michel Foucault

Este livro é um estudo científico, documentado, sobre a evolução histórica da legislação penal e respectivos métodos coercitivos e punitivos, adotados pelo poder público na repressão da delinqüência. Métodos que vão desde a violência física até instituições correcionais.


Reflexões sobre alfabetização, de Emilia Ferreiro

Emilia Ferreiro descobriu e descreveu a “psicogênese da língua escrita” e abriu espaço para um novo tipo de pesquisa em pedagogia. Ela desloca a investigação do “como se ensina” para “o que se aprende”. O processo de alfabetização nada tem de mecânico, do ponto de vista da criança que aprende. A criança constrói seu sistema interpretativo, pensa, raciocina e inventa buscando compreender esse objeto social complexo que é a escrita. Essa mudança conceitual sobre alfabetização acaba levando a mudanças profundas na própria estrutura escolar.


Educação no Brasil, de Anisio Teixeira

Neste livro estão reunidos sete capítulos de A educação e a crise brasileira, além de 16 outros textos publicados anteriormente (discursos, palestras, conferências, entrevistas e artigos) e um inédito, intitulado A educação e a sociedade brasileira. Nesta obra, Anísio Teixeira apresenta uma discussão teórica da relação educação sociedade.


Educação integral ou parcial?, de Teresinha Morais da Silva

Este livro propõe uma reflexão em torno da educação integral em tempo parcial. Constata-se que propostas referentes à qualidade do ensino público no Brasil têm levado governos federal, estaduais e municipais a investirem em programas de ampliação da jornada escolar. Durante a análise do percurso da educação integral no Brasil, dos marcos legais que a referenciam, foi possível perceber que assuntos relacionados à educação integral em escola de tempo parcial não são diretamente investigados. Nota-se o estabelecimento de relação entre a educação integral e a ampliação do tempo. Este livro é resultado de uma investigação a respeito da política de educação integral no estado de São Paulo, no período delimitado entre 2012 a 2016.


Escritos de educação, de Pierre Bourdieu

Nesta obra, Pierre Bourdieu reúne conceitos e categorias analíticas que são indispensáveis na pesquisa educacional, hoje, e amplamente utilizados no Brasil, na construção e distribuição de bens culturais e simbólicos.


O que achou da lista? Comente e participe!


Gabriela Mattos

Analista de comunicação em Estante Virtual
Gabriela é jornalista, editora do Estante Blog e foi repórter em um jornal carioca. Viciada em comprar livros, é apaixonada por literatura contemporânea e jornalismo literário.
Gabriela Mattos
Comentários

Gabriela Mattos

Gabriela é jornalista, editora do Estante Blog e foi repórter em um jornal carioca. Viciada em comprar livros, é apaixonada por literatura contemporânea e jornalismo literário.

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *