Conheça 5 livros que são verdadeiros achados

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Lançamentos ou clássicos? Cada história é sentida de uma maneira diferente por cada leitor. Veja as nossas indicações literárias!

Seja romance, clássico, crônicas, contos ou aquele lançamento imperdível. Não importa o gênero literário, cada livro é sentido de maneira diferente por cada leitor. As histórias nos fazem viajar, conhecer novas culturas e adquirir mais conhecimentos. Para ajudar você a escolher a próxima leitura, selecionamos obras que são verdadeiros achados!

Entre os títulos da lista está Angola janga, do premiado quadrinista Marcelo D’Salete. Produzido durante 11 anos, este quadrinho é ideal para quem quer entender a história do Quilombo dos Palmares. Para os apaixonados por poesia, nada como ler Hilda Hilst, autora homenageada na Festa Literária Internacional de Paraty (Flip 2018). Já O som e a fúria, de William Faulkner, que foi lançado inicialmente em 1929.

Escolha sua próxima leitura e aproveite!


Angola janga, de Marcelo D’Salete

Apesar do nome, Macaco, a capital da cidade, tinha uma população equivalente a das maiores cidades do Brasil da época. Formada no século XVI, Angola Janga cresceu, organizou-se e resistiu aos ataques dos militares holandeses e das forças coloniais portuguesas. Tornou-se o grande alvo do ódio dos colonizadores e um símbolo de liberdade para os escravizados. Seu maior líder, Zumbi, virou lenda e inspirou a criação do Dia da Consciência Negra. 


Circe: Feiticeira, bruxa, entre o castigo dos deuses e o amor dos homens, de Madeline Miller

Na casa do grande Hélio, divindade do Sol e o mais poderoso da raça dos titãs, nasce uma menina. Circe é uma garotinha estranha: não parece ter herdado uma fração sequer do enorme poder de seu pai, muito menos da beleza estonteante de sua mãe, a ninfa Perseis. Deslocada entre deuses e seus pares, os titãs, Circe procura companhia no mundo dos homens, onde enfim descobre possuir o poder da feitiçaria, sendo capaz de transformar seus rivais em monstros e de aterrorizar os próprios deuses. Sentindo-se ameaçado, Zeus decide bani-la a uma ilha deserta, onde Circe aprimora suas habilidades de bruxa, domando perigosas feras e cruzando caminho com as mais famosas figuras de toda a mitologia grega: o engenhoso Dédalo e Ícaro, seu filho imprudente, a sanguinária Medeia, o terrível Minotauro e, é claro, Odisseu.


Júbilo, memória e noviciado da paixão, de Hilda Hilst

Por meio destes poemas, Hilda Hilst alcança a maturidade poética, deixando de ser uma mulher, que por sua rara beleza e comportamento avançado, era mais interessante do que sua literatura. A autora obtém o equilíbrio entre a ideia e sua expressão, através da espontaneidade da sintaxe e de um vocabulário desconcertante. É a própria autora que relata um fato bastante jocoso relacionado a esta obra.


O gigante enterrado, de Kazuo Ishiguro

Uma terra marcada por guerras recentes e amaldiçoada por uma misteriosa névoa do esquecimento. Uma população desnorteada diante de ameaças múltiplas. Um casal que parte numa jornada em busca do filho e no caminho terá seu amor posto à prova – será nosso sentimento forte o bastante quando já não há reminiscências da história que nos une? Épico arturiano, o primeiro romance de Kazuo Ishiguro em uma década envereda pela fantasia e se aproxima do universo de George R. R. Martin e Tolkien, comprovando a capacidade do autor de se reinventar a cada obra.


O som e a fúria, de William Faulkner

Este romance, finalizado em 1929, marca o início da chamada “segunda fase” da carreira de William Faulkner e é considerado sua obra mais importante. O livro tem como contexto o sul dos Estados Unidos, escravocrata e derrotado na Guerra da Secessão. O som e a fúria narra a agonia de uma família da velha aristocracia sulista, os Compson, entre os dias 2 de julho de 19 e 8 de abril de 1928. É possível afirmar que o grande personagem desta obra-prima é o tempo, o que lhe confere interesse universal.


Qual livro você incluiria na lista? Comente e participe!


Gabriela Mattos

Analista de comunicação em Estante Virtual
Gabriela é jornalista, editora do Estante Blog e foi repórter em um jornal carioca. Viciada em comprar livros, é apaixonada por literatura contemporânea e jornalismo literário.
Gabriela Mattos
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Gabriela Mattos

Gabriela é jornalista, editora do Estante Blog e foi repórter em um jornal carioca. Viciada em comprar livros, é apaixonada por literatura contemporânea e jornalismo literário.

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