O que é verdade em “Era uma vez em Hollywood”?

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Filme ganhou duas estatuetas no Oscar e inspirou livro homônimo. Confira!

Dirigido pelo diretor Quentin Tarantino, Era uma vez em Hollywood foi um dos principais destaques do cinema nos últimos dois anos. O filme narra a história de Rick Dalton (Leonardo DiCaprio), um ator que tem uma década de trabalho mediano e sente que a sua carreira está próxima do fim. Ao lado do seu dublê, Cliff Booth (Brad Pitt), ele está decidido a fazer o nome em Hollywood. Os dois conhecem muitas pessoas influentes no mundo cinematográfico, o que os acaba levando aos assassinatos realizados por Charles Manson na época.

O filme, vencedor de duas estatuetas no Oscar 2020 e que inspirou um livro homônimo, lançado em 2021, é inspirado em fatos reais. Mas, afinal, o que é verdade em Era uma vez em Hollywood? Confira alguns fatos verídicos e aproveite também para conhecer o livro de Quentin Tarantino e outras obras semelhantes!


Rick Dalton e Cliff Booth foram inspirados em pessoas reais

A dupla, de fato, não existiu, mas foi inspirada no relacionamento do ator Burt Reynolds com o dublê Hal Needham. Além deles, outros personagens da trama também foram baseados em fatos reais.


Manson e seu grupo planejaram a morte de Sharon Tate

Sharon Tate (Margot Robbie) e quatro amigos foram alvo da família Manson, no final dos anos 1960, em uma seita de jovens seguidores de Charles Manson. A vítima tinha 26 anos e estava grávida de oito meses do diretor Roman Polanski.


Bruce Lee treinou Sharon Tate

De acordo com informações divulgadas no site Uol, a segunda cena de Bruce Lee (Mike Moh) acontece em um flashback em que ator treina Sharon Tate. Isso ocorreu antes de ele se tornar um dos principais atores de Hollywood. Na época, ela se preparava para atuar na série The Wrecking Crew.


A família Manson vivia em uma comunidade no Rancho Spahn

Assim como mostra no filme, Charles e seus comparsas se apoderaram de um antigo estúdio de faroeste a céu aberto, e ali passaram a viver em acordo com o dono, o fazendeiro George Spahn (Bruce Dern). George morou na fazenda até os 85 anos, quando morreu.

Confira a lista de livros!


Bastardos inglórios – O roteiro original do filme, de Quentin Tarantino

Nesta trama desenvolvida por Quentin Tarantino, a jovem herdeira de uma sala de cinema em Paris é obrigada a exibir filmes de propaganda nazista numa sessão que contará com a presença do próprio Adolf Hitler. A garota em questão é Shoshanna Dreyfus, uma judia que viu toda a sua família ser exterminada pelos soldados alemães no início da ocupação nazista da França. Em paralelo, a trama acompanha as investidas dos Bastardos Inglórios, um grupo de elite do exército americano composto por oito soldados judeus especializados em missões em território inimigo, comandados pelo tenente Aldo Raine. A missão do grupo – assassinar o ditador alemão, custe o que custar. Quando as duas pontas da história se cruzam, tem início um plano explosivo que promete mudar os rumos da Segunda Guerra.


Arquivos serial killer: Louco ou cruel?, de Ilana Casoy

Com casos explícitos e por vezes chocantes demais, Illana montou um dossiê com os mais conhecidos serial killers da história, mostrando que mesmo após anos e anos, os assassinos em série não apenas evoluíram, mas continuam presentes e escondidos nas sombras para poderem escolher suas próximas vítimas.


Mindhunter – O primeiro caçador de serial killers, de John Douglas e Mark Oshaker

Em detalhes assustadores, Mindhunter mostra os bastidores de alguns dos casos mais terríveis, fascinantes e desafiadores do FBI. Durante as mais de duas décadas em que atuou no FBI, o agente especial John Douglas tornou-se uma figura lendária. Em uma época em que a expressão serial killer, assassino em série, nem existia, Douglas foi um oficial exemplar na aplicação da lei e na perseguição aos mais conhecidos e sádicos homicidas de nosso tempo.

Gabriela Mattos

Gabriela é jornalista, editora do Estante Blog e foi repórter em um jornal carioca. Viciada em comprar livros, é apaixonada por literatura contemporânea e jornalismo literário.

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