Uma dúzia de curiosidades sobre Douglas Adams

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O Guia do Mochileiro das Galáxias, faleceu no dia 11 de maio de 2001. Porém, seus fãs celebram sua obra no dia 25, quando carregam toalhas, uma irônica lembrança da importância de Adams na cultura pop mundial. Confira outras curiosidades sobre a vida e obra de Douglas Adams. Mocks-Up-Frame-Vbd

  • A toalha é referência aos cartazes que a Inglaterra espalhou pelo país depois dos bombardeios alemães na Segunda Guerra Mundial. A mensagem “Keep Calm and Carry On” (algo como “mantenha a calma e continue seus afazeres”), foi satirizada por Adams como o mandamento dos mochileiros intergalácticos: “Don’t panic and carry a towel” (“Não entre em pânico e leve uma toalha”).
 
  • Adams teve a ideia para O Guia do Mochileiro das Galáxias numa noite bêbado, deitado num campo sob um céu estrelado, segurando uma cópia de O Guia do Mochileiro da Europa.
 
  • Um dia antes de sua morte, o Minor Planet Centre of the International Astronomical Union batizou o asteróide 18610 de “Arthurdent”, homenagem ao personagem Arthur Dent, de O Guia do Mochileiro das Galáxias.
 
  • A pedido de David Gilmour, vocalista do Pink Floyd, Adams batizou um dos discos da banda  (“The Division Bell”). Como pagamento, o músico doou 5.000 libras esterlinas para uma instituição de caridade escolhida pelo autor.
 
  • O tradutor on-line Babelfish recebeu esse nome graças ao peixe-babel imaginado por Adams em O Guia do Mochileiro das Galáxias. De acordo com o livro, “o peixe-babel era um pequeno animal que, introduzido no ouvido da pessoa, era capaz de traduzir qualquer língua da galáxia para o idioma de seu hospedeiro”.
 
  • Já o software de mensagem instantânea Trillian é uma homenagem à mocinha do livro.
 
  • Douglas foi um pioneiro na revolução dos computadores pessoais nos anos 80. Ele foi o dono dos dois primeiros Apple Macintosh vendidos no Reino Unido e trabalhou intensamente no desenvolvimento de games, como “The Hitch Hiker’s Guide To The Galaxy”, “Bureaucracy” e “Starship Titanic”.
 
  • Adams costumava tomar banho de água quente até que tivesse uma ideia para seus livros. Sua conta de água era bem alta.
 
  • No dia de sua morte, seu site ficou repleto de mensagens de condolências, a maior parte simplesmente dizendo: “Até mais e obrigado pelos peixes”, um dos bordões clássicos da saga. Essa mesma frase está gravada em sua lápide.
 
  • Durante uma palestra, o autor Neil Gaiman disse que ele havia sido hóspede na casa de Adams e que havia perguntado ao autor “Cadê as toalhas?”. A resposta: “Eu não sei”. Metade da platéia deu um risinho constrangido. Gaiman disse, ” Muitos de vocês não sabem por que é engraçado que Adams não soubesse de suas toalhas. Que pena.”Ele tinha orgulho de suas iniciais DNA (Douglas Noël Adams)e costumava se gabar disso.
 
  • Adams era um procrastinador inveterado. Ele chegou a viajar para a Austrália como convidado para o test-drive de um submarino só para não cumprir um prazo. Uma vez seus editores tiveram que prendê-lo num quarto de hotel para que ele terminasse um livro.
[caption id="attachment_16665" align="aligncenter" width="296"]Neil Gaiman e Douglas Adams: uma jam session no fim do universo Neil Gaiman e Douglas Adams: uma jam session no fim do universo (foto: divulgação)[/caption] Conheça a campanha especial que fizemos em homenagem ao Dia da Toalha! Para quem quiser saber mais sobre Douglas Adams e sua obra, uma ótima pedida é a imperdível biografia sobre o autor escrita pelo amigo Neil Gaiman. Obrigado pelos peixes! [wysija_form id=”5″]]]>

Rodrigo Espírito Santo

Mestre em Comunicação Social, MBA em Comunicação Corporativa, Pós-graduado em roteiro de audio visual. Mais de 15 anos de experiência em comunicação empresarial, endomarketing, redação publicitária, jornalística e de conteúdo para redes sociais.

3 thoughts on “Uma dúzia de curiosidades sobre Douglas Adams

  • 07.10.2017 em 10:40 pm
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    É sempre bom saber mais sobre o Douglas Adams. Ler qualquer coisa sobre ele me deixa bastante comovida porque é um dos poucos autores que eu realmente gostaria de ter conhecido. Bom, só me resta continuar lendo o que ele produziu.
    Até mais e obrigada pelos peixes!

  • 17.08.2017 em 7:53 am
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    Muito interessante a importância para uma geração a obra de Douglas Adams, não imaginava o tamanho do fenômeno “O Guia…” no mundo, Parabéns pelo trabalho.
    No Brasil o programa Pânico também leva essa referência acredito

  • 25.07.2017 em 8:16 pm
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    Achei muito legal! Estou fazendo um trabalho na escola sobre blogs e peguei algumas partes citadas neste artigo! São ótimas 🙂 Adoreei. Carol

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