Cinco livros e cinco frases de Sérgio Porto, vulgo Stanislaw Ponte Preta

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O escritor Sérgio Porto completaria 93 anos em 11 de janeiro Nos anos 40, muito antes dos comediantes de Stand Up e esquetes de Youtube, as autoridades brasileiras já estavam na mira de uma língua ferina. Sérgio começou sua carreira de jornalista em publicações como as revistas Sombra e Manchete, além dos jornais Última Hora, Tribuna da Imprensa e Diário Carioca. Foi aí que surgiu o personagem Stanislaw Ponte Preta e suas crônicas satíricas e críticas, criação do escritor juntamente com Santa Rosa – o primeiro ilustrador do personagem. Seu humor ácido marcou época e, ainda hoje, fala muito da realidade brasileira. Confira cinco frases e cinco livros de Sérgio Porto, quer dizer, Stanislaw Ponte Preta. Dois amigos e um chato O autor criou as mais engraçadas crônicas da Literatura Brasileira, forjando, até, muito da gíria que usamos ainda hoje. O livro reúne os mais demolidores, críticos e irreverentes textos produzidos por este humorista imortal. [caption id="attachment_20680" align="alignnone" width="227"]Veja o livro Veja o livro[/caption]  

Macrobiótica é um regime alimentar para quem tem 77 anos e quer chegar aos 78.  
Febeapá 1 – 1º Festival de Besteira Que Assola o Pais Segundo o autor, é difícil precisar o dia em que o Festival de Besteira que Assola o País começou. Este livro é uma reação cômica e irreverente à mediocridade política da época. Embora tenha sido lançado em 1966, adapta-se muito bem aos dias atuais. [caption id="attachment_20676" align="alignnone" width="228"]Veja o livro Veja o livro[/caption]  
No Brasil as coisas acontecem, mas depois, com um simples desmentido, deixaram de acontecer.  
Tia Zulmira e eu Zulmira Ponte Preta nasceu no Rio de Janeiro, foi cozinheira da Coluna Prestes, paquera de Charles Darwin e colega de Albert Einstein. Não satisfeito em inventar para si mesmo um alter-ego, Sérgio Porto imaginou para ele toda uma família, o hilariante clã dos Ponte Preta, e criou uma das mais bem-sucedidas brincadeiras entre criador e criatura da literatura brasileira. [caption id="attachment_20677" align="alignnone" width="229"]Veja o livro Veja o livro[/caption]  
Consciência é como vesícula, a gente só se preocupa com ela quando dói.  
Rosamundo e os outros Este é o terceiro livro da série escrita por Ponte Preta para apresentar a sua fictícia e ilustre família. Rosamundo é o primo de bom coração, mas também o mais distraído ser da face da terra, tanto que só aos 10 meses se lembrou de nascer. Tal característica o coloca em situações divertidíssimas que, sob o texto de Stanislaw, ficam ainda mais engraçadas. [caption id="attachment_20678" align="alignnone" width="231"]Veja o livro Veja o livro[/caption]  
A polícia anda dizendo que prende um bandido de meia em meia hora, então a gente fica desconfiado que eles assaltam de 15 em 15 minutos.   
Garoto linha dura O autor transforma temas do dia a dia – como doenças, minorias sexuais, mulheres sedutoras, férias – em alta literatura. Com o talento de sua pena, repressão vira humor ao criticar um sistema que começava a instalar a censura. Jaguar foi seu maior cúmplice e também ilustrador do livro. [caption id="attachment_20679" align="alignnone" width="230"]Veja o livro Veja o livro[/caption]
Difícil dizer o que incomoda mais, se a inteligência ostensiva ou a burrice extravasante.  
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Rodrigo Espírito Santo

Mestre em Comunicação Social, MBA em Comunicação Corporativa, Pós-graduado em roteiro de audio visual. Mais de 15 anos de experiência em comunicação empresarial, endomarketing, redação publicitária, jornalística e de conteúdo para redes sociais.

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