Vitrine da MPB: livros sobre nossa música popular e seus representantes

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Quando ainda éramos somente uma colônia, nossa música popular brasileira já dava os primeiros passos. Muito diferente de como a conhecemos hoje, ela era uma soma (nada definida ou própria) de vários estilos: cantigas populares, sons africanos e tribais, fanfarras militares, músicas religiosas, modinhas portuguesas e até mesmo as melodias mais eruditas vindas diretamente da Europa. Somente na segunda metade do século XIX que nossa música popular começa a adquirir traços mais definidos e próprios: surge o chorinho, uma mistura do lundu (de origem africana) com a dança de salão européia. É nesse mesmo período, mais precisamente em 1899, que a compositora Chiquinha Gonzaga nos brinda com a música Abre Alas, até hoje uma das mais conhecidas marchinhas carnavalescas.

A partir daí, nosso progresso musical é rápido. Nossa brasilidade e improvisação tomam conta do cenário musical e já no início do século XX, nosso ritmo mais querido, o samba, engatinha. Ernesto dos Santos, o Donga, compõe o primeiro samba que se tem notícia: Pelo Telefone. No mesmo ano, 1917, Pixinguinha, importante cantor e compositor da MPB, faz sua primeira gravação. Com o crescimento e popularização do rádio nas décadas de 20 e 30, a música popular brasileira cresce e torna-se mais conhecida. Surgem grandes intérpretes, como Carmen Miranda e Luis Gonzaga. Depois surgem novos ritmos, como a bossa nova (anos 50) e outros, como o rock e o sertanejo se popularizam nas décadas seguintes.

Se você concorda que música + livro = combinação perfeita, confira uma seleção de livros sobre a música popular brasileira:

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