Conheça os 8 livros de Michel Laub

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“O tribunal da quinta-feira” é a mais recente obra do autor gaúcho Michel Laub O advogado, jornalista e escritor brasileiro Michel Laub acabou de lançar seu novo livro “O tribunal da quinta-feira” (2016), onde trata de temas delicados como a AIDS, o fim da privacidade – em seu significado tradicional e os julgamentos morais no mundo digital. No entanto, os temas fortes sempre estiveram presente em suas obras como “O diário da queda” (2011), livro que abordou a origem judaica do autor, a partir dos diários de seu avô, um sobrevivente do campo de concentração de Auschwitz. Nascido em Porto Alegre, no Rio Grande do Sul, Laub chegou a exercer a advocacia e depois trabalhar como jornalista para as revistas Carta Capital, República e Bravo!. Em 1998, publicou seu primeiro livro, a coletânea de contos “Não depois do que aconteceu” e, depois, seu primeiro romance “Música anterior” (2001), que recebeu o Prêmio Érico Veríssimo da União Brasileira de Escritores na categoria revelação. Conheça a obra completa:


Não Depois do que Aconteceu, de Michel laub Já no título do livro de estreia está indicado o núcleo das narrativas de Michel Laub. Como sugere a formulação Não Depois do que Aconteceu, trata-se de narradores-personagens que retomam um acontecimento traumático do passado na tentativa de compreender como um fato tem o poder de determinar toda uma história de vida ou de anunciar metaforicamente o que virá. [caption id="attachment_25333" align="aligncenter" width="200"]nao-depois-do-que-aconteceu-michel-laub Clique na imagem e confira na Estante Virtual[/caption]
Música anterior, de Michel Laub Dois dramas marcaram de forma definitiva a trajetória de um juiz: o fato de que sua mulher não conseguiu ter filhos e a sentença que assinou condenando Luciano, réu processado pelo estupro de uma criança durante uma festa de aniversário. As circunstâncias que pouco a pouco aproximam essas histórias, até que elas se revelem integrantes da mesma trama, são a matéria do primeiro romance de Michel Laub, autor extremamente sensível às exigências do ritmo narrativo e às sutilezas dos conflitos íntimos. [caption id="attachment_25334" align="aligncenter" width="200"]musica-anterior Clique na imagem e confira na Estante Virtual[/caption]
Longe da água, de Michel Laub Num sábado de inverno de boas ondas e correnteza forte, dois garotos caem no mar para surfar. Um deles é o narrador do livro e o outro é Jaime, seu melhor amigo. Em Albatroz, balneário do Rio Grande do Sul, onde costumam passar as férias, eles vivem as primeiras experiências da adolescência. Aos poucos, o leitor descobre que, por trás da leveza narrativa e do encadeamento fluente das memórias do protagonista, Longe da água é uma narrativa intensa e reveladora sobre a entrada no mundo adulto, a descoberta da dor e os efeitos duradouros da perda e da culpa. [caption id="attachment_25340" align="aligncenter" width="200"]longe-da-agua Clique na imagem e confira na Estante Virtual[/caption]
O Segundo Tempo, de Michel Laub No dia 12 de fevereiro de 1989, Grêmio e Internacional entraram no gramado do estádio Beira-Rio, em Porto Alegre, para aquele que ficou conhecido como o mais importante confronto da história do esporte gaúcho – o chamado Gre-Nal do século. Na arquibancada, um garoto de quinze anos divide-se entre a atenção aos lances do campo e um dilema: dar ou não a Bruno, o irmão caçula sentado ao seu lado, a notícia que vai mudar radicalmente a vida de ambos. Desde as primeiras linhas, este breve e original romance deixa claro que não trata propriamente de futebol, mas de suas relações com o universo dos afetos. [caption id="attachment_25336" align="aligncenter" width="200"]o-segundo-tempo-de-michel-laub Clique na imagem e confira na Estante Virtual[/caption]
O gato diz adeus, de Michel Laub Um escritor recebe um gato de presente de uma atriz. Assim, numa cena aparentemente singela, começa a ser narrado o triângulo amoroso sui generis que envolve os dois e um professor universitário. Como tudo neste romance, porém, a cena ganhará outros significados mais adiante, desdobrando-se nas vozes de diversos personagens, em notícias de jornais, em trechos de livros e revistas que ajudam a contar uma história de rara intensidade emocional. [caption id="attachment_25335" align="aligncenter" width="200"]o-gato-diz-adeus Clique na imagem e confira na Estante Virtual[/caption]
Diário da Queda, de Michel Laub Um garoto de treze anos se machuca numa festa de aniversário. Quando adulto, um de seus colegas narra o episódio. A partir das motivações do que se revela mais que um acidente, cujas consequências se projetam em diversos fatos de sua vida nas décadas seguintes — a adoles – cência conturbada, uma mudança de cidade, um casamento em crise —, ele constrói uma reflexão corajosa sobre identidade, afeto e perda. [caption id="attachment_25337" align="aligncenter" width="200"]diario-da-queda-de-michel-laub Clique na imagem e confira na Estante Virtual[/caption]
A Maçã Envenenada, de Michel Laub Em 1993, a banda Nirvana fez uma única e célebre apresentação no estádio do Morumbi, em São Paulo. Um estudante de dezoito anos, guitarrista de uma banda de rock e cumprindo o serviço militar em Porto Alegre, precisa decidir se foge do quartel – o que o levaria à prisão – para assistir ao show ao lado da primeira namorada. A escolha ganha ressonâncias inesperadas à luz de fatos das décadas seguintes. Um deles é o suicídio de Kurt Cobain, líder do Nirvana, que chocou o mundo em 1994. Outro é o genocídio de Ruanda, iniciado quase ao mesmo tempo e aqui visto sob o ponto de vista de uma garota, Immaculée Ilibagiza, que escapou da morte ao passar 90 dias escondida num banheiro com outras seis mulheres. Focado nos anos 1990, A maçã envenenada é o segundo volume da trilogia sobre os efeitos individuais de catástrofes históricas iniciada com Diário da queda, cuja ação central se dá nos anos 1980. Como no volume anterior, Michel Laub aborda o tema da sobrevivência usando os recursos da ficção, do ensaio e da narrativa memorialística, numa linguagem que alterna secura e lirismo, ironia e emoção no limite do confessional. [caption id="attachment_25338" align="aligncenter" width="200"]a-maca-envenenada-de-michel-laub Clique na imagem e confira na Estante Virtual[/caption]
O tribunal da quinta-feira, de Michel Laub Um publicitário faz confissões por e-mail ao melhor amigo. Os textos falam de sexo e amor, casamento e traição, usando termos e piadas ofensivas que contam a história de uma longa crise pessoal. Quando a ex-mulher do protagonista faz cópias das mensagens e as distribui, tem início o escândalo que é o centro deste romance explosivo. O fio condutor da história, que une o destino dos personagens diante de um tribunal inusitado, são os reflexos tardios e ainda hoje incômodos da epidemia da aids, e o que está em jogo são os limites do que entendemos por tolerância — mas para chegarmos a eles é preciso ir além do que seria uma literatura “correta” ao tratar de homofobia, assédio, violência, empatia, liberdade e solidariedade. [caption id="attachment_25339" align="aligncenter" width="200"]o-tribunal-da-quinta-feira-de-michel-laub Clique na imagem e confira na Estante Virtual[/caption]]]>

Leonardo Loio

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