Conheça obras inesquecíveis de Umberto Eco

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Umberto Eco (1932-2016)

Nascido em cinco de janeiro de 1932 na Itália, Umberto Eco foi um dos maiores nomes da literatura contemporânea. Além de escritor, Umberto Eco era filósofo, semiólogo, linguista, bibliófilo e diretor da Escola Superior de Ciências Humanas na Universidade de Bolonha. Ele escreveu obras que o consagraram como um dos poucos a conciliar o trabalho teórico-crítico com produções artísticas de grande influência na literatura mundial. Confira as obras do autor na Estante Virtual.

Apocalípticos e integrados

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Uma das principais obras do autor, ela traz uma série de ensaios a respeito da questão da cultura de massas na era tecnológica. Leitura obrigatória para quem estuda o assunto.


O nome da rosa

Mais conhecido livro de Umberto Eco. Na trama, durante a última semana de novembro de 1327, em um mosteiro franciscano italiano, paira a suspeita de que os monges estejam cometendo heresias. O frei Guilherme de Baskerville é, então, enviado para investigar o caso, mas tem sua missão interrompida por excêntricos assassinatos. A morte, em circunstâncias insólitas, de sete monges em sete dias, conduz uma narrativa violenta, que atrai por seu humor, crueldade e sedução erótica. Não apenas uma narrativa sobre investigação de crimes, O nome da rosa é, também, uma extraordinária crônica sobre a Idade Média. O livro originou filme homônimo estrelado por Sean Connery.

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O cemitério de Praga

Trinta anos após O nome da rosa, Umberto Eco nos envolve, mais uma vez, em uma narrativa vertiginosa, na qual desenrola-se uma história de complôs, enganos, falsificações e assassinatos. A obra apresenta o jovem médico Sigmund Freud, o escritor Ippolito Nievo, judeus que querem dominar o mundo, uma satanista, missas negras, os documentos falsos do caso Dreyfus, jesuítas que conspiram contra maçons, Garibaldi e a formação dos Protocolos dos Sábios de Sião. Curiosamente, a única figura de fato inventada nesse romance é o protagonista Simone Simonini, embora, como diz o autor, basta falar de algo para esse algo passar a existir.

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O pêndulo de Foucault

Causabon, Belbo e Diotallevi são redatores da editora Garamond na Milão do início dos anos 80. Cansados da leitura e releitura de incontáveis manuscritos de ciências ocultas, eles acabam encontrando os indícios de um complô que teria surgido em 1312 – quando Felipe, o Belo, supriu a Ordem dos Templários – e atravessou, oculto, toda a história da humanidade até o final do século XX. Os agentes e beneficiários da trama seriam os templários e os rosas cruzes, cujo o objetivo era dominar o mundo. A partir deste plano, os três redatores inventam, como brincadeira, uma trama fantasiosa. Contudo, o inesperado acontece e alguém começa levá-los a sério.

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Número Zero

O mais recente best-seller do autor traz um verdadeiro manual do mau jornalismo e dos tempos atuais. Na história, um grupo de redatores, reunido ao acaso, prepara um jornal. Não se trata de um jornal informativo; seu objetivo é difamar, prestar serviços duvidosos a seu editor. O leitor lerá os fatos sem saber se foi inventado ou simplesmente gravado ao vivo. Uma aventura amarga e grotesca que se desenrola na Europa do fim da Segunda Guerra Mundial até os dias de hoje.

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Baudolino

Na obra, o autor homenageia o santo protetor de sua cidade natal, Alexandria. A trama é protagonizada por Baudolino – adolescente, criativo e mentiroso que conquista o imperador Federico Barbarossa e se torna seu filho adotivo – e Niceta Coniate, personagem inspirado em um historiador e orador que viveu na corte de Constantinopla.

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A misteriosa chama da Rainha Loana

Yambo se lembra de Waterloo, de como se dirige um automóvel e se escova os dentes, mas não lembra quem ele é. Permanece a memória semântica e automática, mas perdeu-se a memória afetiva, o que constitui seu ser e sua própria história. Depois do coma que causou a amnésia, por recomendação médica, Yambo viaja para a casa de campo que fora de seu avô – um colecionador de tralhas, quinquilharias, jornais e revistas antigas -, nas montanhas do Piemonte, onde passou grande parte de sua infância e adolescência. Com a ajuda de músicas, odores, livros e quadrinhos, coisas que viu e tocou há sessenta anos, Yambo tenta retornar para o presente. De Flash Gordon e Dick Tracy ao primeiro amor, Umberto Eco resgata sua própria juventude, misturando-se, página a página, com seu protagonista.

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Diário mínimo

Umberto Eco procura se mostrar nesta obra como um articulista, um contador de anedotas, interlocutor espirituoso e amante da paródia. Ele oferece uma seleção de textos nos quais, por meio da ironia crua e pastiches, ataca o mundo acadêmico, as bizarrices do cotidiano, o labirinto da burocracia e até o design de objetos.

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O segundo diário mínimo

Após o sucesso mundial de Diário mínimo, Eco elaborou uma nova coletânea de divertidas histórias, como “Estrelas e Estrelinhas”, e uma série de “Instruções para o Uso” em que se explica como abrir um embrulho, como ter férias inteligentes, como comer no avião, como interagir com um taxista, o que fazer quando se perdeu a carteira de habilitação. Tudo para ler em voz alta com os amigos, para apreciar em silêncio, para experimentar na vida.

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A ilha do dia anterior

A história do jovem piemontês Roberto Pozzo de San Patrizio, que, durante uma missão secreta a serviço do cardeal Mazarino, tem seu navio Amarilli naufragado por uma forte tempestade nos mares do sul. Após dias sobre uma tábua salvadora, Roberto defronta-se com um navio deserto, o Daphne, abarrotado de objet os antigos, metais, obras de arte, e dá início a uma jornada de volta à época barroca, uma aventura solitária, encenada na memória do rapaz.

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A estrutura ausente

Ninguém discute que a comunicação linguística ou um texto em Morse sejam mensagem, dado seu caráter natural, analógico ou espontâneo. Mas como encarar os fatos culturais cujo fim primeiro não parece ser a comunicação, tal como um garfo, uma casa, um sistema de relações sociais? É a pergunta a que este livro procura responder, com um largo exame – sobretudo das comunicações visuais, da arquitetura, bem como do problema epistemológico das “estruturas” – do que é e do sentido que pode ter uma pesquisa semiológica, isto é, uma pesquisa que considere todos os fenômenos da cultura como fatos de comunicação, para os quais as mensagens isoladas organizam-se e tornam-se compreensíveis em referência a códigos.

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Obra aberta

O pensamento de Umberto Eco expressa, mais do qualquer outro, o movimento de desprovincialização da cultura que avassalou a segunda metade do século XX, do qual Obra Aberta: Forma e Indeterminação nas Poéticas Contemporâneas é emblemático desse processo. Seu enfoque revolucionário e atualizador dos problemas da estética, da teoria da info rmação e da linguagem tornou-se referencial para todos os que se dedicam à reflexão e ao fazer artísticos.

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História da beleza

Se a Beleza está nos olhos de quem vê, é certo que esse olhar é influenciado pelos padrões culturais de quem observa. Afinal, o que é beleza? O que é arte? Gosto se discute? A Beleza deve ser analisada friamente ou livre das amarras da razão? Umberto Eco propõe essas indagações em seu livro, ´História da Beleza´, um ensaio sobre as transformações do conceito do Belo através dos tempos.

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A busca da língua perfeita

Estudo elaborado pelo conceituado semiólogo italiano sobre os anseios de personagens das mais diversas épocas para encontrar a língua perfeita. Demonstra que se isso parece utópico, teve profundas conseqüências culturais, como a classificação rigorosa, a linguagem das máquinas, o cálculo lógico e as recentes tentativas de tradução mecânica.

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História das terras e lugares lendários

Neste ensaio ilustrado, Umberto Eco discorre sobre a história de lugares como Camelot, Atlântida, o paradeiro do Santo Graal, Lemúria, a ilha de Salomão, o Eldorado e o país da rainha de Sabá – lendas tão bem construídas pela literatura e disseminadas em pinturas, filmes e canções, que muita gente pode acreditar que são reais. Ao aliar um a antologia de textos a uma pesquisa iconográfica impecável, o autor descreve o que há de interessante por trás das terras que fascinaram tantos artistas ao longo dos séculos. Este livro dá sequência aos projetos bem-sucedidos de História da beleza, História da feiura e Vertigem das listas. Com formato e projetos editoriais idênticos, eles compõem esta série essencial do autor.

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Arte e beleza na estética medieval

Este ensaio é uma reflexão sobre a estética durante o período entre os séculos VI e XV. Com perspicácia e erudição, contando com a ajuda de textos filosóficos e literários, Eco corrige a falsa noção de ausência de sensibilidade estética no universo medieval e faz o retrato de uma época na qual é especialista.

Arte e beleza
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A definição da arte

Estes ensaios revelam a evolução temática que conduziu o autor às suas formulações posteriores, à noção de obra aberta, à investigação sobre os problemas da comunicação, que ainda se encontram no centro dos seus interesses. Na primeira parte desta obra, estão reunidos textos históricos e teóricos. Através da análise de diversas posições contemporâneas acerca de estética, Umberto Eco procede à discussão do conceito de arte. Todavia, na segunda parte (onde, em geral, se debate o conceito de forma nas poéticas contemporâneas), o autor volta ao problema da definição da arte, com uma tentativa de mostrar como os instrumentos produzidos pela estética especulativa podem servir ainda para dar corpo às manifestações mais extremas da arte experimental da atualidade. A última parte (Problemas de método) reúne dois textos que, para além do mais, podem ser lidos como uma introdução ao trabalho posteriormente desenvolvido por Eco.

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Não contem com o fim do livro

Umberto Eco e Jean Claude-Carriere, notórios bibliófilos, discutem a história e o futuro dos livros de maneira erudita e bem-humorada. Ao percorrerem cinco mil anos de existência dos impressos, os autores defendem a imortalidade do objeto como o conhecemos, apesar dos e-readers e da internet.

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Como se faz uma tese

Neste manual, o autor vale-se de sua experiência acadêmica para esquadrinhar desde os aspectos básicos de uma tese – a escolha do tema e do orientador, as técnicas de pesquisa e fichamento – até as regras de sua redação – chegando mesmo a minúcias de diagramação.

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Confira todas as obras de Umberto Eco na Estante Virtual.

 

Comentários

Rodrigo Espírito Santo

Colaborador em Estante Virtual
Mestre em Comunicação Social, MBA em Comunicação Corporativa, Pós-graduado em roteiro de audio visual. Mais de 15 anos de experiência em comunicação empresarial, endomarketing, redação publicitária, jornalística e de conteúdo para redes sociais.
Rodrigo Espírito Santo

Rodrigo Espírito Santo

Mestre em Comunicação Social, MBA em Comunicação Corporativa, Pós-graduado em roteiro de audio visual. Mais de 15 anos de experiência em comunicação empresarial, endomarketing, redação publicitária, jornalística e de conteúdo para redes sociais.

Um comentário em “Conheça obras inesquecíveis de Umberto Eco

  • 22.02.2016 a 6:46 pm
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    Grande e inestimåvel criador em vårios gěneros. Amo ! Vida e obra para sempre 💖

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