Cinco frases e cinco livros de Anaïs Nin

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Anaïs Nin faleceu em 14 de janeiro de 1977

Anaïs Nin nasceu em 21 de fevereiro de 1903, filha de um pianista e de uma dançarina. Durante a infância, acompanhou o pai em suas excursões artísticas por toda a Europa. Já em 1923, começou a escrever críticas, ensaios, ficção e um diário, que continuaria por toda a sua vida adulta e se tornaria um dos documentos de maior importância literária, psicanalítica e antropológica do século XX. Ele ficou famoso por mostrar, intimamente, as angústias da mulher ocidental na luta por seus anseios e as ideias libertárias da autora sobre a condição da mulher e sobre o sexo. Confira cinco frases e cinco livros de Anaïs Nin.

Não vemos as coisas como são: vemos as coisas como somos.

 

Escritas no início da década de 40 sob a encomenda de um cliente misterioso, estas histórias se passam num mundo europeu-aristocrático decadente, no qual as crenças de alguns personagens são corrompidas por novas experiências sexuais e emocionais. Discípula das descobertas freudianas, Anaïs Nin aplicou nestes textos a delicadeza de estilo que lhe era característica e a pungência sexual que experimentou na sua própria vida. Mais do que contos eróticos, esta obra oferece ao leitor histórias de libertação e de superação.

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A única anormalidade é a incapacidade de amar.

 

Sabina, a protagonista deste romance, é uma mulher dividida entre os arroubos da realização artística, as suas fantasias sexuais e as restrições e exigências sociais. Ao mesmo tempo em que faz descobertas de ordem sexual e sentimental, Sabina experimenta até que ponto é possível libertar-se sem ter que enfrentar sérias consequências.

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A nossa vida em grande parte compõe-se de sonhos. É preciso ligá-los à ação.

 

Neste livro, Nin trata com sensibilidade e lirismo alguns de seus temas preferidos: a psique feminina, as relações entre os sexos, o erotismo feminino e o feminismo. Aborda também a arte, artistas e, com muito charme, combina recordações de viagens de passagens de sua vida.

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O amor nunca morre de morte natural. Ele morre porque nós não sabemos como renovar a sua fonte. Morre de cegueira e dos erros e das traições. Morre de doença e das feridas; morre de exaustão, das devastações, da falta de brilho.

 

Tirado dos diários da autora, Henry & June é um relato íntimo do florescer sexual de Anaïs Nin. Cobre um só ano – dos últimos meses de 1931 ao final de 1932 – de sua vida em Paris, período em que conheceu o escritor americano Henry Miller (que escrevia então Trópico de Câncer) e sua bela mulher, June.

Considerado por muitos o melhor livro de Anaïs Nin, ele foi adaptado para o cinema, com Maria de Medeiros e Uma Thurman.

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Ajusto-me a mim, não ao mundo.

 

Em 1940, passando por dificuldades financeiras, Anaïs Nin aceita a proposta de um rico (e anônimo) colecionador e se torna uma espécie de dona de prostíbulo literário. Na companhia de Henry Miller, George Barker e Harvey Breit, entre outros, escreve pequenos contos eróticos a um dólar por página. Esta aventura, às vezes divertida, às vezes frustrante, leva a escritora, cujo estilo poético e surrealista se caracterizara sempre por uma marcada sensualidade, a descobrir novos ecos na sua voz.

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Veja a obra completa de Anaïs Nin na Estante Virtual.

 

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Comentários

Rodrigo Espírito Santo

Colaborador em Estante Virtual
Mestre em Comunicação Social, MBA em Comunicação Corporativa, Pós-graduado em roteiro de audio visual. Mais de 15 anos de experiência em comunicação empresarial, endomarketing, redação publicitária, jornalística e de conteúdo para redes sociais.
Rodrigo Espírito Santo

Rodrigo Espírito Santo

Mestre em Comunicação Social, MBA em Comunicação Corporativa, Pós-graduado em roteiro de audio visual. Mais de 15 anos de experiência em comunicação empresarial, endomarketing, redação publicitária, jornalística e de conteúdo para redes sociais.

Um comentário em “Cinco frases e cinco livros de Anaïs Nin

  • 16.01.2016 a 12:37 pm
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    Li 2 livros de Anais Nin. Gostei muito .Leitura imperdível p as mulheres que se interessam pelo Feminino.

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