Três livros sobre Ary Barroso

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2 de dezembro é Dia Nacional do Samba Pode parecer estranho que o Dia Nacional do Samba seja em dezembro. O carnaval não acontece por mais dois meses, as lojas e ruas cheias de motivos natalinos e o calendário fazendo esta referência ao estilo musical brasileiro mais reconhecido ao redor do mundo. Acredite se quiser, esta data foi uma iniciativa do vereador baiano Luis Monteiro da Costa, para homenagear Ary Barroso em sua primeira visita a Salvador. Da Bahia, a festa se espalhou pelo Brasil e virou uma comemoração nacional. Pode ter sido uma circunstância estranha, mas nós concordamos que toda homenagem a Ary Barroso vem em boa hora. Por isso, separamos três obras para você conhecer mais sobre estre grande compositor brasileiro. Ary Barroso, de Luis Pimentel  [caption id="attachment_20300" align="alignnone" width="212"]Veja o livro Veja o livro[/caption] Ary Barroso foi múltiplo: compositor, apresentador de programas de auditório em rádio e em televisão, locutor de futebol, pianista, crítico musical… idealista. Criou canções que traduziam um país grandioso, utópico, perfeito; suas músicas ganharam o Brasil todo na voz dos grandes intérpretes. Aquarela do Brasil é uma das músicas brasileiras mais conhecidas e executadas no exterior e foi eleita pelo povo brasileiro como seu segundo hino nacional. Recordações de Ary Barroso, de Mário de Moraes [caption id="attachment_20302" align="alignnone" width="122"] Veja o livro[/caption] Esta obra lançada pela Funarte está esgotada há muito tempo. Sua última edição aconteceu dentro das comemorações do centenário do artista. O livro é o resultado de uma série depoimentos feitos ao jornalista Mário de Moraes e foi revisado pelo próprio músico. Uma preciosidade para quem coleciona “causos” da música brasileira. Ary Barroso, a história de uma paixão, de Antônio Olinto [caption id="attachment_20301" align="alignnone" width="146"] Veja o livro[/caption] Por mais grandiosas que tenham sido as comemorações pelo centenário de nascimento de Ary Barroso, nenhuma delas superou, em importância, esta homenagem que o acadêmico Antônio Olinto presta ao seu conterrâneo de Ubá. Este trabalho não serviu apenas de inspiração para os shows, filmes e desfiles de escola de samba. Foi uma obra central para a celebração de um dos maiores ícones da nossa música.   Quem é o seu sambista favorito? Deixe sua mensagem e participe da conversa.  ]]>

Rodrigo Espírito Santo

Mestre em Comunicação Social, MBA em Comunicação Corporativa, Pós-graduado em roteiro de audio visual. Mais de 15 anos de experiência em comunicação empresarial, endomarketing, redação publicitária, jornalística e de conteúdo para redes sociais.

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