Cinco livros de filosofia baseados na cultura pop

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entre-texto1  Platão e um ornitorrinco entram num bar Formados em filosofia pela Harvard University, Tom Cathcart e Daniel Klein exploram a ideia de que o humor ocupa o mesmos território conceitual que a filosofia. De forma ágil e divertida, os autores falam sobre essa relação. Não faltam, é claro, piadas. Algumas até engraçadas. Mas todas muito profundas. entre-texto2 Matrix – Bem-vindo ao deserto do real Você achou o filme Matrix confuso? Achou que os roteiristas viajaram? Prepare-se para conhecer a realidade filosófica por trás do filme. Em “Matrix – Bem-vindo ao Deserto do Real”, filósofos da modernidade recorrem a Sócrates, Platão, Aristóteles, São Tomás de Aquino, Descartes, Kant, Nietzsche, Sartre, Sellars, entre outros filósofos para abordar questões centrais do sucesso das telonas. O que é real? O que é a mente? O que é liberdade, e como a obtemos? A Inteligência Artificial é possível? Prepare-se para tomar a pílula vermelha. entre-texto3 Os Simpsons e a filosofia Se Nietzsche visitasse Springfield e conhecesse Homer, qual seria sua reação? Que elogio o filósofo faria ao fanfarrão? “Os Simpsons e a Filosofia” apresenta uma série de ensaios sobre o universo deste estrondoso fenômeno cultural. Acadêmicos da filosofia e de outras áreas do saber desvendam questões levantadas pelos personagens, enredos e pensamentos da série, mostrando que pode haver profundidade crítica por trás de um desenho que é muito mais do que um ‘Zé Mané’ e sua família. entre-texto4 Scifi = Scifilo Você gosta de ficção científica? Acha que é um gênero fútil, girando apenas em torno de monstros e efeitos especiais? Prepare-se para rever seus conceitos. Este livro mostra como os conceitos básicos da filosofia estão presentes nos clássicos Scifi de forma fácil, acessível e divertida. Mark Rowlands transforma a filosofia em algo relevante para a vida cotidiana e revela o sentido das mensagens, usando muito humor e as tramas de alguns dos filmes mais espetaculares do planeta. entre-texto5 O que Sócrates diria a Wood Allen Se você é daqueles que gosta de sentar na mesa do bar depois de uma sessão no Cineclube e debater as intenções e os subtextos do seu diretor favorito, este livro é pra você. Ao mesmo tempo profundo e leve, a obra dialoga com algumas das principais questões humanas: o amor, a felicidade, o destino, o livre-arbítrio. Tudo a partir do estudo de clássicos do cinema, analisando a dramaturgia de cada filme a partir da teoria de mestres do pensamento universal. Bom para filosofar comendo pipoca.   Qual o seu filósofo preferido? Deixe sua opinião e participe da conversa. ]]>

Rodrigo Espírito Santo

Mestre em Comunicação Social, MBA em Comunicação Corporativa, Pós-graduado em roteiro de audio visual. Mais de 15 anos de experiência em comunicação empresarial, endomarketing, redação publicitária, jornalística e de conteúdo para redes sociais.

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