J. M. G. Le Clézio: “escritor da ruptura, da aventura poética e do êxtase sensual”

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O escritor francês Jean-Marie Gustave Le Clézio, 68, autor de “Le procès-verbal” e “A Quarentena” recebeu ontem (09/10) o Prêmio Nobel de Literatura de 2008, sendo enaltecido como o explorador da humanidade — “escritor da ruptura, da aventura poética e do êxtase sensual, um explorador da humanidade além e por baixo da civilização reinante”. Segundo o jornal americano The New York Times, nas suas mais de 40 obras, entre ensaios, romances e livros para crianças, “ele tem escrito sobre exílio e auto-descoberta, sobre deslocamento cultural e globalização, sobre o confronto entre a civilização moderna e as culturas tradicionais”.

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Leonardo Loio

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5 thoughts on “J. M. G. Le Clézio: “escritor da ruptura, da aventura poética e do êxtase sensual”

  • 22.07.2009 em 10:40 am
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    Boa tarde,

    Anualmente a Scritta promove o Concurso Dia do Escritor. Já estamos na 3ª edição.

    Contamos com a sua colaboração para divulgar o concurso e, assim, descobrirmos juntos novos talentos literários do nosso país.

    A Scritta criou um site específico para o concurso: http://www.diadoescritor.com.br

    A sua parceria será de grande valia para o sucesso do concurso!

    Sugestões ou críticas são bem-vindas.

    Atenciosamente,

    Marina Souza

  • 25.02.2009 em 12:45 pm
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    Os comentários sobre Le Clézio, podem ser cuidadosos pois este notável não é fácil de ser lido. Aqui mera lembrança desta viajem ao Rio de Janeiro. Encontrei o autor em uma praçinha, daquelas idílicas, que se dá de cara passeando em Ipanema, quase Copacabana.A Quarentena , me seduziu pela capa da edição em português, pensei ,estamos no começo de uma longa viagem (16 dias àquela época significava ficar longe, distante do trabalho)vou levar este livro, parece interessante.Pois, em Luiz Banks, leitor/vendedor vc. poderá encontrar minha triste despedida do Nobel de 2008.Aí vai este grande produtor de lidos em suas constantes mudanças de casa, país e andanças.Aproveite, são quase 50 títulos que ele já escreveu.

  • 12.11.2008 em 4:04 pm
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    Escrevi sobre voces no meu site. Parabens! (desculpe por escrever isso aqui mas o Contato é só para quem se cadastra)

  • 26.10.2008 em 2:41 am
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    Não compreendo.
    Mas algo em mim diz que este escritor frances, trabalha sob uma inspiração que é comum a todos – cada qual com seu talento a manifestar isso.
    O inconsciente coletivo.

  • 25.10.2008 em 3:48 am
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    sou poeta amadador e gostei do site.
    vai aí um poema que fiz ao poeta Fernando Pessoa.

    A Fernando Pessoa

    (Tudo isto parece que me pertence tudo que aparece
    Mas trevas, kalk, mistério sem fim,
    World stumm, still mundo –
    Ah, nada é isto que apresenta, nada é assim!)

    Original de Fernando Pessoa

    (Tudo isto me parece tudo.
    Mas noite, frio, negror sem fim,
    Mundo mudo, silencio mudo-
    Ah, nada é isto, nada é assim!)

    A Fernando Pessoa2,

    Hoje sou a saudade da estrela D’alva
    Do que já na existência que em mim vivi
    Eu próprio sou aquilo que senti

    E nesta linha vertical para curva
    Floresce Brumen imperatriz turva
    As ervas no planeta que comi

    Eu que nao sei onde ou como vivi,
    Uma coisa me parece ser,
    O ser entre o que sou e que vi
    No sono do encoberto aparecer…

    Fui assomo doirado nas artes gnômicas,
    Com assoma fui Gandhi em terras temporândicas
    Daquilo que aqui na vida näo me houvesse pertencido
    No meu intuito com alas do meu único pomo ido

    Fosse eu um símbolo de linguagem em algum livro subserviente
    Dum amigo „caritatoso“ na penungem sedenta de ferrugem
    Ele ergue as espadas no crepúsculo do deus doente
    Na frutrica bandeiras levanta a semente no império pool demente

    Prefiro ficar ignomado no meu destino preso entre eleos e palios sempre a vista
    Num painel dourado de chispas de douros contornados num hino incivitas,
    No meu hiperponteado de frases com soletrasapos onde o desatino póstumo atino levanta,
    Cuja arremecada é um fagulho vitalino que alcanca…

    E pelos meus campos ricos de ócios entrevio em mim antilhas musas orfeônicas
    Através de, com palavras findando os apartados, a frênesi arte idiônica
    Ela me pega de pousada fazendo acrobacias com pórticos velados
    Ao sentido velo o mar que veio na noite arraiar sentidos constelados
    Em constelacöes triunfosas esguiam partidas mercuriosas
    em ritos estrelados
    Do alto infinito!

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