À procura de bons livros por preços imperdíveis?

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Selecionamos obras para todos os gostos de algumas das principais editoras do país. Confira a lista completa!

Livros inesquecíveis e preços imperdíveis. Não existe combinação melhor para leitores vorazes, né? Para ajudar você a escolher a próxima leitura, selecionamos 11 obras de algumas das grandes editoras do mercado literário.

São títulos para todos os gostos, desde não ficção, como Amor líquido, de Zygmunt Bauman, até os de young adult, como Para todos os garotos que já amei, de Jenny Han. Veja a nossa lista completa e escolha sua próxima leitura!


O conto da aia, de Margaret Atwood

Neste romance distópico de 1985, da autora canadense retrata o cotidiano de um futuro apocalíptico, no qual a Nova Inglaterra é parte de um movimento totalitário e fundamentalista cristão. O grupo derrubou o governo dos Estados Unidos e assumiu o controle do país. A série The Handmaid’s Tale, que possui o  mesmo título original do livro e também é baseada na obra de Atwood, recebeu na temporada de premiações de 2018 o Globo de Ouro e o Emmy de melhor série de drama.

Margaret Atwood

Para todos os garotos que já amei, de Jenny Han

Voltada para o público young adult, a obra de Jenny Han retrata a rotina de Lara Jean, que guarda cinco cartas de amor em uma caixa azul-petróleo que ganhou da mãe. Nas mensagens, escritas para cada garoto que amou, a personagem diz coisas que nunca havia falado para alguém, confissões de seus sentimentos mais profundos. Até que um dia essas cartas são misteriosamente enviadas aos destinatários.


O oceano no fim do caminho, de Neil Gaiman

O oceano no fim do caminho, romance adulto de Neil Gaiman, autor de quadrinhos, ficção e roteiros para TV e cinema, começa com as memórias do protagonista. Aos sete anos, quando os tempos ficaram difíceis e os pais decidiram que o quarto do alto da escada, que antes era dele, passaria a receber hóspedes. Um dos inquilinos foi o minerador de opala. O homem que certa noite roubou o carro da família e, ali dentro, parado num caminho deserto, cometeu suicídio. O homem cujo ato desesperado despertou forças que jamais deveriam ter sido perturbadas. Forças que não são deste mundo.


Amor líquido, de Zygmunt Bauman

A modernidade líquida – um mundo repleto de sinais confusos, propenso a mudar com rapidez e de forma imprevisível – em que vivemos traz consigo uma misteriosa fragilidade dos laços humanos, um amor líquido. Zygmunt Bauman investiga nesse livro de que forma nossas relações tornam-se cada vez mais “flexíveis”, gerando níveis de insegurança sempre maiores. A prioridade a relacionamentos em “redes”, as quais podem ser tecidas ou desmanchadas com igual facilidade, faz com que não saibamos mais manter laços a longo prazo. Mais que uma mera e triste constatação, esse livro é um alerta: não apenas as relações amorosas e os vínculos familiares são afetados, mas também a nossa capacidade de tratar um estranho com humanidade é prejudicada.


Terra sonâmbula, de Mia Couto

Neste livro, Mia Couto se vale de recursos do realismo mágico e da arte narrativa tradicional africana para compor esta bela fábula. Um ônibus incendiado em uma estrada poeirenta serve de abrigo ao velho Tuahir e ao menino Muidinga, em fuga da guerra civil devastadora que grassa por toda parte em Moçambique. Como se sabe, depois de dez anos de guerra anticolonial (1965- 1975), o país do sudeste africano viu-se às voltas com um longo e sangrento conflito interno que se estendeu de 1976 a 1992. O veículo está cheio de corpos carbonizados. Mas há também um outro corpo à beira da estrada, junto a uma mala que abriga os “cadernos de Kindzu”, o longo diário do morto em questão.


A menina que roubava livros, de Markus Zusak

Liesel Meminger encontrou a Morte três vezes e saiu viva das três ocasiões. A Morte decidiu nos contar sua história, em A menina que roubava livros. Desde o início da vida de Liesel, em uma cidade próxima a Munique, ela precisou achar formas de se convencer do sentido de sua existência. Horas depois de ver seu irmão morrer no colo da mãe, a menina foi largada para sempre aos cuidados de um pintor desempregado e uma dona-de-casa rabugenta. Ao entrar na nova casa, trazia escondido na mala um livro, O manual do coveiro. Em um momento de distração, o rapaz que enterrara seu irmão o deixara cair na neve.  


Ensaio sobre a cegueira, de José Saramago

Ensaio sobre a cegueira é uma das obras mais marcantes do século 20 e não poderia ficar de fora da lista. Vencedor do Prêmio Nobel, em 1998, o livro retrata a “treva branca”, que logo se espalha para o resto da sociedade. É a fantasia que nos faz lembrar a “responsabilidade de ter olhos quando os outros perderam”. Por meio da história, Saramago dá ao leitor uma imagem aterradora e comovente de tempos sombrios, à beira de um novo milênio.


Precisamos falar sobre o Kevin, de Lionel Shriver

Kevin Khatchadourian, 16 anos, é o autor de uma chacina que liquidou sete colegas, uma professora e um servente no ginásio de um bom colégio dos subúrbios de Nova York. Para contar a história dele, Lionel Shriver não apresenta apenas mais uma história de crime, castigo e pesadelos americanos: arquiteta um romance epistolar em que Eva, a mãe do assassino, escreve cartas ao marido ausente. Nelas, ao procurar porquês, constrói uma reflexão sobre a maldade e discute um tabu: a ambivalência de certas mulheres diante da maternidade e sua influência e responsabilidade na criação de um pequeno monstro. Precisamos falar sobre o Kevin discute casamento e carreira; maternidade e família; sinceridade e alienação.


Por que fazemos o que fazemos?, de Mario Sergio Cortella

No livro Por que fazemos o que fazemos?, Mario Sergio Cortella desvenda as principais preocupações em relação ao trabalho. O filósofo aborda questões como a importância de ter uma vida com propósitos e a motivação em tempos difíceis. Dividido em 20 capítulos, o volume é um verdadeiro manual para todo mundo que tem uma carreira, mas vive se questionando sobre o presente e o futuro.


Cem dias entre céu e mar, de Amyr Klink

Navegando ao lado dos peixes, entretendo conversas com gaivotas e tubarões, remando no meio de uma creche de baleias, Cem Dias Entre Céu e Mar é o relato de uma travessia absolutamente incomum: mais de 3500 milhas (cerca de 6500 quilômetros) desde o porto de Lüderitz, no sul da África, até a praia da Espera no litoral baiano, a bordo de um minúsculo barco a remo. Verdadeira odisséia moderna, Amyr Klink transporta o leitor para a superfície ora cinzenta, ora azulada do Atlântico Sul, tornando-o cúmplice de suas alegrias e seus temores.


Jogos Vorazes, de Suzanne Collins

A trilogia Jogos vorazes, de Suzanne Collins, narra a história de uma nação chamada Panem, fundada após o fim da América do Norte. Formada por 12 distritos, é comandada com mão de ferro pela Capital, sede do governo. Uma das formas com que demonstra seu poder sobre o resto do carente país é com os ‘Jogos Vorazes’, uma competição anual transmitida ao vivo pela televisão, em que um garoto e uma garota de 12 a 18 anos de cada distrito são selecionados e obrigados a lutar até a morte.


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Gabriela Mattos
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Gabriela Mattos

Gabriela é jornalista, editora do Estante Blog e foi repórter em um jornal carioca. Viciada em comprar livros, é apaixonada por literatura contemporânea e jornalismo literário.

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