Quer deixar o presente do Dia dos Namorados perfeito?

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Todo presente é especial, mas sempre fica melhor com um livro. Confira a nossa lista completa e celebre o amor!

O Dia dos Namorados está chegando e nada melhor do que dar lembranças inesquecíveis para a pessoa amada. Todos os presentes são especiais, mas que tal deixá-los perfeitos com um livro? Boas histórias marcam a nossa vida e nos dão asa para a imaginação.

Para ajudar você, fizemos uma lista com algumas combinações de presentes que ficam ideais se estiverem acompanhados de um livro. Se você der flores, por exemplo, pode optar por uma obra de poesia. No caso de perfumes, a sugestão é complementar com um romance arrebatador. Há também indicações para os chocólatras de plantão, como livros de contos inesquecíveis.

Confira a seleção completa e celebre o amor! Feliz Dia dos Namorados 🙂


Flores e poesia

O que o sol faz com as flores, de Rupi Kaur

O que o sol faz com as flores é uma coletânea de poemas arrebatadores sobre crescimento e cura. Ancestralidade e honrar as raízes. Expatriação e o amadurecimento até encontrar um lar dentro de você. Organizado em cinco partes e ilustrado por Rupi Kaur, o livro percorre uma extraordinária jornada dividida em murchar, cair, enraizar, crescer, florescer.


Canto geral, de Pablo Neruda

Canto Geral tornou-se um clássico da poesia universal do séc. XX. É uma obra atípica e representa uma reviravolta na poética de Pablo Neruda. O livro foi escrito em circunstâncias adversas, quando Neruda, por ser membro do Partido Comunista, sofria forte perseguição pela polícia do presidente chileno González Videla, sendo obrigado a transpor a Cordilheira dos Andes e refugiar-se no exterior. A obra nasceu marcada pelo sofrimento, tendo o poeta testemunhado, por intermédio dele, o seu grande amor tanto pelo Chile e por seu povo, quanto pelos povos oprimidos da América Latina.


Chocolate e contos curtos

O sol na cabeça, de Geovani Martins

Em O sol na cabeça, Geovani Martins narra a infância e a adolescência de garotos para quem às angústias e dificuldades próprias da idade soma-se a violência de crescer no lado menos favorecido da “Cidade partida”, o Rio de Janeiro das primeiras décadas do século XXI. Em “Rolézim”, uma turma de adolescentes vai à praia no verão de 2015, quando a PM fluminense, em nome do combate aos arrastões, fazia marcação cerrada aos meninos de favela que pretendessem chegar às areias da Zona Sul. Em “A história do Periquito e do Macaco”, assistimos às mudanças ocorridas na Rocinha após a instalação da Unidade de Polícia Pacificadora, a UPP.


No seu pescoço, de Chimamanda Ngozi Adichie

No seu pescoço contém todos os elementos que fazem de Chimamanda Ngozi Adichie uma das principais escritoras contemporâneas. Nos 12 contos que compõem o volume, encontramos a sensibilidade da autora voltada para a temática da imigração, da desigualdade racial, dos conflitos religiosos e das relações familiares. Combinando técnicas da narrativa convencional com experimentalismo, como no conto que dá nome ao livro, ela parte da perspectiva do indivíduo para atingir o universal que há em cada um de nós.


Vinho e biografias

Minha história, de Michelle Obama

Com uma vida repleta de realizações significativas, Michelle Obama consolidou-se como uma das mulheres mais icônicas e cativantes de nosso tempo. Como primeira-dama dos Estados Unidos, ajudou a criar a mais acolhedora e inclusiva Casa Branca da história. Ao mesmo tempo, posicionou-se como uma poderosa porta-voz das mulheres e meninas no país e ao redor do mundo.


Eu sou Malala, de Malala Yousafzai

Eu sou Malala é a história de uma família exilada pelo terrorismo global, da luta pelo direito à educação feminina e dos obstáculos à valorização da mulher em uma sociedade que privilegia filhos homens. O livro acompanha a infância da garota no Paquistão, os primeiros anos de vida escolar, as asperezas da vida numa região marcada pela desigualdade social, as belezas do deserto e as trevas da vida sob o Talibã.


Perfume e romances

O quarto de Giovanni, de James Baldwin

O quarto de Giovanni é um dos principais clássicos modernos da literatura mundial. Com toques autobiográficos, este livro de James Baldwin trata de uma relação bissexual ao acompanhar David, um jovem americano em Paris à espera de sua namorada, Hella, que está na Espanha. Enquanto ela analisa se deve ou não casar-se com David, o jovem conhece Giovanni, um garçom italiano por quem se apaixona.


A parte que falta, de Shel Silverstein

Silverstein aborda neste livro a busca do autoconhecimento e da completude. A metáfora se dá por meio da história de um ser circular a quem falta uma parte. Otimista, ele se lança no mundo à procura de preencher estalacuna. À medida que descobre o universo ao redor – e também a si mesmo -, percebe que as relações interpessoais são muito mais complexas e delicadas do que pensava e que a felicidade quase sempre está dentro de nós mesmos.


Moda e estilo

O diabo veste Prada, de Laura Weisberger

Neste livro, o leitor conhecerá Andrea Sachs, uma jovem recém-formada que conquista o emprego de assistente de Miranda Priestly, editora da revista Runway Magazine. Logo ela percebe, porém, que o emprego pelo qual um milhão de meninas dariam a vida para ter pode simplesmente acabar com a dela. De uma hora para outra, a jovem jornalista se vê num escritório onde as palavras Prada, Armani e Versace são lei e começa a conviver de perto com o fascinante mundo da moda. Fascinante, mas nem tão glamouroso assim.


Moda intuitiva, de Cris Guerra

Já parou pra pensar que ao acordar você se prepara para um desfile diário, voluntário ou não? Já parou pra pensar que o seu guarda-roupa é a sua coleção? Que a moda pode ser uma forma de acentuar sua individualidade, e não de uniformizar pessoas? Que moda é, acima de tudo, beleza? Um jeito bonito de se viver. Pensando nisso, Cris Guerra escreveu um livro autêntico que dá destaque ao que realmente é tendência: sua autoestima. Moda Intuitiva traz a ousadia e a personalidade da autora e instiga o leitor a se arriscar mais e a se surpreender.


Viagem e aventura

O livro dos abraços, de Eduardo Galeano

Tratar a memória como coisa viva, bicho inquieto: assim faz Eduardo Galeano quando escreve. Sua memória pessoal e a nossa memória coletiva, da América. Quando escreve, ele mostra que a história pode e deve ser contada a partir de pequenos momentos, aqueles que sacodem a alma da gente sem a grandiloquência dos heroísmos de gelo, mas com a grandeza da vida. Em suas andanças incessantes de caçador de histórias. Galeano vai ouvindo de tudo. O que de melhor ouviu ele transforma em livros como este, onde lembra como são grandes os pequenos momentos e como eles vão se abraçando, traçando a vida.


Comer rezar amar, de Elizabeth Gilbert

Quando completou 30 anos, Elizabeth Gilbert tinha tudo que uma mulher americana moderna, bem-educada e ambiciosa deveria querer – um marido, uma casa de campo, uma carreira de sucesso. Mas não se sentia feliz – acabou pedindo divórcio e caindo em depressão. Comer, rezar, amar é o relato da autora sobre o ano que passou viajando ao redor do mundo em busca de sua recuperação pessoal.


O que você achou da lista? Comente e participe!


Gabriela Mattos
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Gabriela Mattos

Gabriela é jornalista, editora do Estante Blog e foi repórter em um jornal carioca. Viciada em comprar livros, é apaixonada por literatura contemporânea e jornalismo literário.

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