Os 10 livros mais vendidos de julho

(2.5 Estrelas - 31 Votos)

Ranking reúne obras clássicas, como Dom Quixote, e contemporâneas, como O poder do hábito. Confira a lista!

Julho foi marcado por leituras de todos os tipos no site da Estante Virtual. O top 10 de vendas inclui obras clássicas e contemporâneas. O campeão do mês foi Quarto de despejo – Diário de uma favelada, de Carolina Maria de Jesus, que retrata o duro cotidiano de uma mulher negra, favelada e catadora de lixo, entre os anos 1955 e 1960. O livro Como fazer amigos e influenciar pessoas, de Dale Carnegie, aparece no segundo lugar. O best-seller é obrigatório para quem busca sucesso na vida pessoal e profissional.

Já a terceira colocação foi ocupada pelo clássico O pequeno príncipe, de Antoine de Saint-Exupéry. A lista inclui ainda A droga da obediência, de Pedro Bandeira, e O poder do hábito, de Charles Duhigg. Confira o nosso ranking completo e boa leitura!


Quarto de despejo – Diário de uma favelada, de Carolina Maria de Jesus

O livro Quarto de despejo dá uma dimensão universal ao duro cotidiano de uma mulher negra, semianalfabeta, favelada e catadora de lixo. Com uma linguagem simples e escrito em primeira pessoa, a personagem conta o que viveu, sem artifícios ou fantasias, representando a voz dos excluídos e marginalizados na nossa sociedade desigual. O contexto da obra, que se passa entre os anos 1955 e 1960, inclui fatos políticos e sociais importantes no Brasil.

Quarto de despejo, de Carolina Maria de Jesus


Como fazer amigos e influenciar pessoas, de Dale Carnegie

O best-seller Como fazer amigos e influenciar pessoas analisa o impacto da Internet e das redes sociais na comunicação humana. O autor Dale Carnegie utiliza exemplos verídicos e orienta sobre formas de conduta adequadas a esses novos meios de relacionamento social. A obra contempla a nova etiqueta em construção no mundo virtual, incluindo o fenômeno “cyberbullying”.

Como fazer amigos e influenciar pessoas, de Dale Carnegie


O pequeno príncipe, de Antoine de Saint-Exupéry

Diversos aspectos autobiográficos estão presentes nesta narrativa, publicada pela primeira vez em 1945. Através de imagens simbólicas, as passagens de ordem temporal, na vida do autor, estão ali presentes: casamento, separação, profissões, sonhos, decepções. Os dois personagens tornam-se representações do próprio autor, em um monólogo interior entre o “eu” e o “outro”. 

O pequeno príncipe, de Antoine de Saint-Exupéry


A droga da obediência, de Pedro Bandeira

A droga da obediência conta a história de um grupo de cinco estudantes, denominado de Os Karas, que enfrenta uma macabra trama internacional liderada pelo Doutor Q.I.. Ele pretende subjugar a humanidade aos seus desígnios, aplicando na juventude uma perigosa droga, que já está sendo experimentada em alunos dos melhores colégios de São Paulo. Este é um trabalho para Os Karas – o avesso dos coroas, o contrário dos caretas.

droga da obediencia


Dom Quixote, de Miguel de Cervantes

Em Dom Quixote, Miguel de Cervantes retrata a história de um senhor rural que gostava de ler livros sobre cavalaria. Obcecado, ele acreditava literalmente nas aventuras escritas e decidiu tornar-se um cavaleiro andante. Suas viagens sucedem-se sob a alucinação de que estava vivendo na era da cavalaria; pessoas que encontrava nas estradas pareciam-lhe como cavaleiros em armas, damas em apuros, gigantes e monstros; até moinhos de vento na sua imaginação eram seres vivos.

Dom Quixote, de Miguel de Cervantes


O poder do hábito, de Charles Duhigg

A partir da leitura de artigos acadêmicos, entrevistas com mais de 300 cientistas e executivos, o repórter Charles Duhigg elabora um argumento animador: a chave para se exercitar regularmente, perder peso, educar bem os filhos, se tornar uma pessoa mais produtiva, criar empresas revolucionárias e ter sucesso é entender como os hábitos funcionam. O autor descobre, por exemplo, como hábitos corretos foram cruciais para o sucesso do nadador Michael Phelps, do diretor executivo da Starbucks, Howard Schultz, e do herói dos direitos civis, Martin Luther King, Jr.

O poder do hábito, de Charles Duhigg


O seminarista, de Rubem Fonseca

Conciso e intenso, Rubem Fonseca é um dos mestres da narrativa brasileira. O protagonista de O seminarista acredita que matar não causa remorso e nem prazer, é apenas o seu trabalho. Essa função permite que ele se dedique ao que realmente ama: filmes, livros e mulheres. No entanto, quando decide que já é hora de abandonar a profissão, descobre que não é tão imune aos efeitos de seus trabalhos e de suas escolhas como acredita ser, e precisa enfrentar fantasmas de um passado que pensa ter superado. 

O seminarista, de Rubem Fonseca

 


O poder do agora – Um guia para a iluminação espiritual, de Eckhart Tolle

O poder do agora é um guia que combina conceitos do Cristianismo, Taoísmo, Hinduísmo e Budismo. O livro de Eckhart Tolle é um manual prático que ensina o leitor a tomar consciência dos pensamentos e emoções que o impedem de vivenciar plenamente a alegria e a paz interior.

O poder do agora, de Eckhart Tolle


A sutil arte de ligar o f*da-se, de Mark Manson

O escritor Mark Manson usa seu olhar crítico para propor um novo caminho rumo a uma vida melhor, mais coerente com a realidade e consciente dos nossos limites. Chega de se sentir inferior por não ver o lado bom das situações e de se torturar para pensar positivo até nos momentos ruins. Por meio de piadas e exemplos inusitados, ele deixa o leitor mais aleta e capaz para enfrentar os desafios na sociedade.

A sutil arte de ligar o foda-se, de Mark Manson


Vidas secas, de Graciliano Ramos

Publicado inicialmente em 1938, Vidas secas é o romance em que Graciliano Ramos alcança o máximo da expressão que vinha buscando em sua prosa. O foco da obra é a seca, áspera e cruel, e paradoxalmente a ligação telúrica, afetiva, que expõe naqueles seres em retirada, à procura de meios de sobrevivência e um futuro.

Vidas secas, de Graciliano Ramos


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Gabriela Mattos

Redatora em Estante Virtual
Gabriela é jornalista, editora do Estante Blog e foi repórter em um jornal carioca. Viciada em comprar livros, é apaixonada por literatura contemporânea e jornalismo literário.
Gabriela Mattos
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Gabriela Mattos

Gabriela é jornalista, editora do Estante Blog e foi repórter em um jornal carioca. Viciada em comprar livros, é apaixonada por literatura contemporânea e jornalismo literário.

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