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	Comentários sobre: J. M. G. Le Clézio: &#8220;escritor da ruptura, da aventura poética e do êxtase sensual&#8221;	</title>
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	<description>No blog da Estante Virtual, você encontra as últimas novidades do mundo da literatura, além de curiosidades e dicas sobre livros, autores e cultura.</description>
	<lastBuildDate>Wed, 22 Jul 2009 13:40:06 +0000</lastBuildDate>
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		<title>
		Por: Marina Moscardini Souza Lellis		</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marina Moscardini Souza Lellis]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Jul 2009 13:40:06 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Boa tarde,

 

Anualmente a Scritta promove o Concurso Dia do Escritor. Já estamos na 3ª edição.

 

Contamos com a sua colaboração para divulgar o concurso e, assim, descobrirmos juntos novos talentos literários do nosso país.

 

A Scritta criou um site específico para o concurso: www.diadoescritor.com.br 

 

A sua parceria será de grande valia para o sucesso do concurso!

 

Sugestões ou críticas são bem-vindas.

 

Atenciosamente,

 

Marina Souza]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Boa tarde,</p>
<p>Anualmente a Scritta promove o Concurso Dia do Escritor. Já estamos na 3ª edição.</p>
<p>Contamos com a sua colaboração para divulgar o concurso e, assim, descobrirmos juntos novos talentos literários do nosso país.</p>
<p>A Scritta criou um site específico para o concurso: <a href="http://www.diadoescritor.com.br" rel="nofollow ugc">http://www.diadoescritor.com.br</a> </p>
<p>A sua parceria será de grande valia para o sucesso do concurso!</p>
<p>Sugestões ou críticas são bem-vindas.</p>
<p>Atenciosamente,</p>
<p>Marina Souza</p>
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		<title>
		Por: Luiz Banks		</title>
		<link>https://blog.estantevirtual.com.br/2008/10/10/j-m-g-le-clezio-escritor-da-ruptura-da-aventura-poetica-e-do-extase-sensual-2/#comment-5447</link>

		<dc:creator><![CDATA[Luiz Banks]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 25 Feb 2009 15:45:14 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Os comentários sobre Le Clézio, podem ser cuidadosos pois este notável não é fácil de ser lido. Aqui mera lembrança desta viajem ao Rio de Janeiro. Encontrei o autor em uma praçinha, daquelas idílicas, que se dá de cara passeando em Ipanema, quase Copacabana.A Quarentena , me seduziu pela capa da edição em português, pensei ,estamos no começo de uma longa viagem (16 dias àquela época significava ficar longe, distante do trabalho)vou levar este livro, parece interessante.Pois, em Luiz Banks, leitor/vendedor vc. poderá encontrar minha triste despedida do Nobel de 2008.Aí vai este grande produtor de lidos em suas constantes mudanças de casa, país e andanças.Aproveite, são quase 50 títulos que ele já escreveu.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Os comentários sobre Le Clézio, podem ser cuidadosos pois este notável não é fácil de ser lido. Aqui mera lembrança desta viajem ao Rio de Janeiro. Encontrei o autor em uma praçinha, daquelas idílicas, que se dá de cara passeando em Ipanema, quase Copacabana.A Quarentena , me seduziu pela capa da edição em português, pensei ,estamos no começo de uma longa viagem (16 dias àquela época significava ficar longe, distante do trabalho)vou levar este livro, parece interessante.Pois, em Luiz Banks, leitor/vendedor vc. poderá encontrar minha triste despedida do Nobel de 2008.Aí vai este grande produtor de lidos em suas constantes mudanças de casa, país e andanças.Aproveite, são quase 50 títulos que ele já escreveu.</p>
]]></content:encoded>
		
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		<title>
		Por: Adam		</title>
		<link>https://blog.estantevirtual.com.br/2008/10/10/j-m-g-le-clezio-escritor-da-ruptura-da-aventura-poetica-e-do-extase-sensual-2/#comment-5446</link>

		<dc:creator><![CDATA[Adam]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 12 Nov 2008 19:04:32 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Escrevi sobre voces no meu site. Parabens! (desculpe por escrever isso aqui mas o Contato é só para quem se cadastra)

]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Escrevi sobre voces no meu site. Parabens! (desculpe por escrever isso aqui mas o Contato é só para quem se cadastra)</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: b.		</title>
		<link>https://blog.estantevirtual.com.br/2008/10/10/j-m-g-le-clezio-escritor-da-ruptura-da-aventura-poetica-e-do-extase-sensual-2/#comment-5445</link>

		<dc:creator><![CDATA[b.]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 26 Oct 2008 05:41:42 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Não compreendo.
Mas algo em mim diz que este escritor frances, trabalha sob uma inspiração que é comum a todos - cada qual com seu talento a manifestar isso.
O inconsciente coletivo.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Não compreendo.<br />
Mas algo em mim diz que este escritor frances, trabalha sob uma inspiração que é comum a todos &#8211; cada qual com seu talento a manifestar isso.<br />
O inconsciente coletivo.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Caetano Trindade		</title>
		<link>https://blog.estantevirtual.com.br/2008/10/10/j-m-g-le-clezio-escritor-da-ruptura-da-aventura-poetica-e-do-extase-sensual-2/#comment-5444</link>

		<dc:creator><![CDATA[Caetano Trindade]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 25 Oct 2008 06:48:25 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[sou poeta amadador e gostei do site. 
vai aí um poema que fiz ao poeta Fernando Pessoa.

A Fernando Pessoa

(Tudo isto parece que me pertence tudo que aparece
Mas trevas, kalk, mistério sem fim,
World stumm, still mundo –
Ah, nada é isto que apresenta, nada é assim!)

Original de Fernando Pessoa

(Tudo isto me parece tudo.
Mas noite, frio, negror sem fim,
Mundo mudo, silencio mudo-
Ah, nada é isto, nada é assim!)

A Fernando Pessoa2,

Hoje sou a saudade da estrela D’alva
Do que já na existência que em mim vivi
Eu próprio sou aquilo que senti

E nesta linha vertical para curva
Floresce Brumen imperatriz turva
As ervas no planeta que comi

Eu que nao sei onde ou como vivi,
Uma coisa me parece ser,
O ser entre o que sou e que vi
No sono do encoberto aparecer…

Fui assomo doirado nas artes gnômicas,
Com assoma fui Gandhi em terras temporândicas
Daquilo que aqui na vida näo me houvesse pertencido
No meu intuito com alas do meu único pomo ido

Fosse eu um símbolo de linguagem em algum livro subserviente
Dum amigo „caritatoso“ na penungem sedenta de ferrugem
Ele ergue as espadas no crepúsculo do deus doente
Na frutrica bandeiras levanta a semente no império pool demente

Prefiro ficar ignomado no meu destino preso entre eleos e palios sempre a vista
Num painel dourado de chispas de douros contornados num hino incivitas,
No meu hiperponteado de frases com soletrasapos onde o desatino póstumo atino levanta,
Cuja arremecada é um fagulho vitalino que alcanca…

E pelos meus campos ricos de ócios entrevio em mim antilhas musas orfeônicas
Através de, com palavras findando os apartados, a frênesi arte idiônica
Ela me pega de pousada fazendo acrobacias com pórticos velados
Ao sentido velo o mar que veio na noite arraiar sentidos constelados
Em constelacöes triunfosas esguiam partidas mercuriosas 
em ritos estrelados
Do alto infinito!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>sou poeta amadador e gostei do site.<br />
vai aí um poema que fiz ao poeta Fernando Pessoa.</p>
<p>A Fernando Pessoa</p>
<p>(Tudo isto parece que me pertence tudo que aparece<br />
Mas trevas, kalk, mistério sem fim,<br />
World stumm, still mundo –<br />
Ah, nada é isto que apresenta, nada é assim!)</p>
<p>Original de Fernando Pessoa</p>
<p>(Tudo isto me parece tudo.<br />
Mas noite, frio, negror sem fim,<br />
Mundo mudo, silencio mudo-<br />
Ah, nada é isto, nada é assim!)</p>
<p>A Fernando Pessoa2,</p>
<p>Hoje sou a saudade da estrela D’alva<br />
Do que já na existência que em mim vivi<br />
Eu próprio sou aquilo que senti</p>
<p>E nesta linha vertical para curva<br />
Floresce Brumen imperatriz turva<br />
As ervas no planeta que comi</p>
<p>Eu que nao sei onde ou como vivi,<br />
Uma coisa me parece ser,<br />
O ser entre o que sou e que vi<br />
No sono do encoberto aparecer…</p>
<p>Fui assomo doirado nas artes gnômicas,<br />
Com assoma fui Gandhi em terras temporândicas<br />
Daquilo que aqui na vida näo me houvesse pertencido<br />
No meu intuito com alas do meu único pomo ido</p>
<p>Fosse eu um símbolo de linguagem em algum livro subserviente<br />
Dum amigo „caritatoso“ na penungem sedenta de ferrugem<br />
Ele ergue as espadas no crepúsculo do deus doente<br />
Na frutrica bandeiras levanta a semente no império pool demente</p>
<p>Prefiro ficar ignomado no meu destino preso entre eleos e palios sempre a vista<br />
Num painel dourado de chispas de douros contornados num hino incivitas,<br />
No meu hiperponteado de frases com soletrasapos onde o desatino póstumo atino levanta,<br />
Cuja arremecada é um fagulho vitalino que alcanca…</p>
<p>E pelos meus campos ricos de ócios entrevio em mim antilhas musas orfeônicas<br />
Através de, com palavras findando os apartados, a frênesi arte idiônica<br />
Ela me pega de pousada fazendo acrobacias com pórticos velados<br />
Ao sentido velo o mar que veio na noite arraiar sentidos constelados<br />
Em constelacöes triunfosas esguiam partidas mercuriosas<br />
em ritos estrelados<br />
Do alto infinito!</p>
]]></content:encoded>
		
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