7 livros para conhecer a obra de Sérgio Buarque de Holanda

No aniversário de Sérgio Buarque de Holanda, conheça mais sobre este crítico literário, jornalista e historiador.

Sérgio Buarque de Holanda é considerado um dos maiores intelectuais brasileiros do século XX. Nascido dia 11 de julho de 1902, em São Paulo, além exercer a profissão de jornalista, escritor, crítico literário e historiador, Sérgio também foi um dos fundadores do Partido dos Trabalhadores (PT) e foi ativista da paz pela Unesco entre os anos 1963 e 1967, onde esteve em missões na Costa Rica e Peru. Ficou conhecido por muitos como “o explicador do Brasil”, esta fama chegou até ele por conta de sua tentativa de compreender o país, através do estudo de estruturas sociais e políticas, chegando até as raízes que formam o pensamento do cidadão brasileiro.

Como jornalista, Sérgio trabalhou em diversos órgãos da imprensa nacional, como o Jornal do Brasil e a Folha de São Paulo. Além de cobrir matérias sobre arte e participar da Semana de Arte Moderna, que ocorreu em São Paulo, em 1922. Depois de um tempo morando na Itália, ele retornou ao Brasil e passou a dar aulas de História Moderna na Universidade de Brasília. Em 1958, Sérgio entrou para a Academia Paulista de Letras e, mais tarde, tornou-se presidente do Instituto de Estudos Brasileiros da Universidade de São Paulo (USP). Teve 7 filhos, entre eles o cantor, compositor e escritor Chico Buarque de Holanda.

Confira os principais livros do autor!


Esta não é uma obra que interessa somente a brasileiros. É uma obra que pertence, definitivamente, ao pensamento histórico universal. O livro atinge alguns pontos básicos para a compreensão da história de todo o continente latino.

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Segundo Antonio Cândido, “um clássico de nascença”. Nunca será demais afirmar que Raízes do Brasil é uma das verdadeiras obras fundadoras da historiografia das ciências sociais brasileiras. Tanto no método de análise quanto no estilo da escrita revela-se o historiador da cultura e ensaísta crítico com talentos evidentes de grande escritor. A incapacidade secular do cidadão separar a vida pública da privada, entre outros temas desta obra, ajuda a entender muito dos interesses da população. As novas gerações de historiadores continuam encontrando, nela, uma fonte inspiradora de inesgotável vitalidade.  

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A produção poética do Brasil-Colônia tem nesta seleção de Sergio Buarque de Holanda possivelmente a sua apresentação mais abrangente. Nela, o crítico de literatura e historiador realiza uma análise histórica, de vasta precisão documental, compondo, desde José de Anchieta, Gregório de Matos até a Escola Mineira, um quadro extremamente expressivo e fiel poesia brasileira na fase colonial.

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Caminhos e fronteiras é a história da ocupação territorial promovida pelos bandeirantes. Nela, Sérgio Buarque de Holanda descreve técnicas e práticas cotidianas – de caça e coleta, de lavoura, de viagem e também de vestimenta. Esta obra aponta de maneira específica como estes foram levados a tornar a experiência indígena em seus interesses específicos. Com isso, as vastas transformações ocorridas no país até o século XIX adquirem o contorno e sua devida justificação.

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Nesta obra, o leitor poderá acompanhar a história dividia em cinco partes, narradas com uma imensa riqueza de detalhes pelo autor. São elas: Política e Administração, Vida Espiritual, Letras, Artes, Ciências, Economia e Finanças e A Caminho da Emancipação Política. Por conta de seu apelo, o livro é bastante indicado para estudantes ou historiadores, mas também para aqueles que desejam conhecer a fundo a base da história do Brasil.

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Nesta obra, compreende-se o período de transição do período do império até a república. A obra analisa vários campos da formação histórica do país, da organização material da sociedade às formas da cultura e do pensamento de nossa sociedade.

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Embora o volume total da correspondência de Mário de Andrade e Sérgio Buarque de Holanda seja relativamente pequeno, as cartas reunidas por Pedro Meira Monteiro buscam proporcionar uma visão panorâmica sobre os anos decisivos da explosão e da consolidação do modernismo no Brasil. Os dois amigos corresponderam-se entre 1922 e 1944, unidos por afinidades pessoais, ambos planejavam aos preparativos da Semana de Arte Moderna.

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