10 livros de mulheres empoderadas para presentear sua mãe

No Dia das Mães inspire quem sempre te inspirou.

Mãe é aquela que cuida, apoia, ama e também empodera. Se você ainda não sabe como presentear sua mãe neste mês, temos algumas ótimas sugestões de leitura! Essa é uma maneira de retribuir com cultura, um pouquinho de tudo que elas fazem por nós o ano inteiro. Entre os títulos estão desde os últimos sucessos de Elena Ferrante, à autobiografias, graphic novels e até clássicos de Jane Austen. Confira!


Persépolis, de Marjane Satrapi

Marjane Satrapi tinha apenas dez anos quando se viu obrigada a usar o véu islâmico, numa sala de aula só de meninas. Nascida numa família moderna e politizada, em 1979 ela assistiu ao início da revolução que lançou o Irã nas trevas do regime xiita — apenas mais um capítulo nos muitos séculos de opressão do povo persa. Vinte e cinco anos depois, com os olhos da menina que foi e a consciência política à flor da pele da adulta em que se transformou, Marjane emocionou leitores de todo o mundo com essa autobiografia em quadrinhos, que só na França vendeu mais de 400 mil exemplares. Em Persépolis, o pop encontra o épico, o oriente toca o ocidente, o humor se infiltra no drama — e o Irã parece muito mais próximo do que poderíamos suspeitar.

Persépolis, de Marjane Satrapi
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História de quem foge e de quem fica, de Elena Ferrante

No terceiro volume da série napolitana, Lenu e Lila partem para os embates da vida adulta. Numa sequência angustiante e sem espaço para a inocência de outrora, Elena Ferrante coloca o leitor no meio do turbilhão que se forma das amizades, das relações sociais e dos interesses individuais.

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Razão e sensibilidade, de Jane Austen

Este foi o primeiro romance de Jane Austen, publicado em 1811 e logo recebeu reconhecimento do público. Razão e sensibilidade é um livro onde as irmãs Elinor e Marianne representam esse dualidade, de maneira alternada, ao longo do livro. Austen nos oferece um excelente panorama da vida das mulheres de sua época. As irmãs vivem em uma sociedade completamente rígida e ambas tentam sobreviver a este mundo cheio de regras e injustiças. Tanto a sensível e sensata Elinor, quanto a romântica e impetuosa Marianne se vêem fadadas a aceitar um destino infeliz por não possuírem fortuna e conexões, obrigadas a viverem em um mundo dominado pelo dinheiro e pelo interesse. Ao longo da narrativa as duas personagens passam por um processo de apredizagem, tentando mesclar a razão com os sentimentos em busca da felicidade.

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Comer, rezar e amar, de Elizabeth Gilbert

Quando completou 30 anos, Elizabeth Gilbert tinha tudo que uma mulher americana moderna, bem-educada e ambiciosa deveria querer – um marido, uma casa de campo, uma carreira de sucesso. Mas não se sentia feliz – acabou pedindo divórcio e caindo em depressão. ‘Comer, rezar, amar’ é o relato da autora sobre o ano que passou viajando ao redor do mundo em busca de sua recuperação pessoal.

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Todos os contos, de Clarice Lispector

Autora de romances e contos que figuram entre os mais emblemáticos da literatura brasileira, Clarice Lispector é considerada uma das mais importantes escritoras do século XX. Sua figura e sua obra exercem sobre leitores o mesmo e fascinante estranhamento que causaram desde sua estreia literária, em 1943. Nesta coletânea, que reúne pela primeira vez todos os contos da autora num único volume, organizado pelo biógrafo Benjamin Moser, é possível conhecer Clarice por inteiro, desde os primeiros escritos, ainda na adolescência, até as últimas linhas.

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Pagu: A luta de cada um, de Lia Zatz

Este livro conta a história de Pagu, uma artista revolucionária que, ao enfrentar as convenções de sua época, lutou até o fim de sua vida contra dogmas e preconceitos. O título é parte da coleção “A Luta de cada um”, que mostra brasileiros notáveis que corajosamente enfrentaram inúmeros desafios em busca de um mundo melhor.

Pagu: A luta de cada um, de Lia Zatz
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Livre: A jornada de uma mulher em busca do recomeço, de Cheryl Strayed

Aos 22 anos, Cheryl Strayed achou que tivesse perdido tudo. Após a repentina morte da mãe, a família se distanciou e seu casamento desmoronou. Quatro anos depois, aos 26 anos, sem nada a perder, tomou a decisão mais impulsiva da vida: caminhar 1.770 quilômetros da Pacific Crest Trail (PCT) – trilha que atravessa a costa oeste dos Estados Unidos, do deserto de Mojave, através da Califórnia e do Oregon, em direção ao estado de Washington – sem qualquer companhia. Cheryl não tinha experiência em caminhadas de longa distância e a trilha era bem mais que uma linha num mapa. Em sua caminhada solitária, ela se deparou com ursos, cascavéis e pumas ferozes e sofreu todo tipo de privação.

Livre: A jornada de uma mulher em busca do recomeço, de Cheryl Strayed
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Eu sou Malala, de Malala Yousafzai

Eu sou Malala é a história de uma família exilada pelo terrorismo global, da luta pelo direito à educação feminina e dos obstáculos à valorização da mulher em uma sociedade que privilegia filhos homens. O livro acompanha a infância da garota no Paquistão, os primeiros anos de vida escolar, as asperezas da vida numa região marcada pela desigualdade social, as belezas do deserto e as trevas da vida sob o Talibã.

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Garota, Interrompida, de Susanna Kaysen

Quando a realidade torna-se brutal demais para uma garota de 18 anos, ela é hospitalizada. O ano é 1967 e a realidade é brutal para muitas pessoas. Mesmo assim poucas são consideradas loucas e trancadas por se recusarem a seguir padrões e encarar a realidade. Um relato pessoal, intenso e brutal que nos faz refletir sobre nosso papel na sociedade. Garota, interrompida é uma leitura obrigatória, que inspirou o filme homônimo sucesso de bilheteria e que concedeu a Angelina Jolie seu papel mais importante e o Oscar de melhor atriz coadjuvante.

Garota, Interrompida, de Susanna Kaysen
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Para educar crianças feministas, de Chimamanda Ngozi Adichie

Após o enorme sucesso de Sejamos todos feministas, Chimamanda Ngozi Adichie retoma o tema da igualdade de gêneros neste manifesto com quinze sugestões de como criar filhos dentro de uma perspectiva feminista. Escrito no formato de uma carta da autora a uma amiga que acaba de se tornar mãe de uma menina, Para educar crianças feministas traz conselhos simples e precisos de como oferecer uma formação igualitária a todas as crianças, o que se inicia pela justa distribuição de tarefas entre pais e mães.

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Outros títulos você encontra clicando na imagem abaixo! 

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