Os mais vendidos de abril da Estante Virtual

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Conheça os 10+ do nosso site em abril

Como sempre, a lista de mais vendidos da Estante Virtual é a mais eclética de todas. Nela estão romances, livros de poesia e de contos, com títulos para o público adulto e para os jovens também. Confira e prepare-se para surpresas!

Iracema, de José de Alencar

Iracema, a famosa “virgem dos lábios de mel” tornou-se símbolo do estado, e seu filho, Moacir, nascido de seus amores com o colonizador português Martim, representa o primeiro cearense fruto da união das duas raças. A história é uma representação do que aconteceu com a América na época da colonização européia.

iracema
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Sagarana, de Guimarães Rosa

Apresentando a paisagem e o homem de sua terra numa linguagem já então exclusiva, por meio nove histórias, Guimarães Rosa fez deste livro a semente de uma obra cujo sentido e alcance ainda estão por ser inteiramente decifrados. A linguagem faz uso de um dialeto sertanejo, e mescla célebres neologismos e inúmeros arcaísmos.

sagarana
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A hora da estrela, de Clarice Lispector

Macabéa vive sem saber para quê. Depois de perder a tia, viaja para o Rio de Janeiro, aluga um quarto, emprega-se como datilógrafa e se apaixona por Olímpio de Jesus – que logo a trai com uma colega de trabalho. Como continuar a viver após tamanha decepção?

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Vidas secas, de Graciliano Ramos

Lançado originalmente em 1938, é o romance em que Graciliano alcança o máximo da expressão que vinha buscando em sua prosa. O que impulsiona os personagens da obra é a seca, áspera e cruel, e, paradoxalmente, a ligação afetiva que expõe naqueles seres em retirada, à procura de meios de sobrevivência e de um futuro.

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Memórias póstumas de Brás Cubas, de Machado de Assis

Narrado em primeira pessoa, seu autor é Brás Cubas, um “defunto-autor”, isto é, um homem que já morreu e que deseja escrever a sua autobiografia.

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A revolução dos bichos, de George Orwell

Escrita em plena Segunda Guerra Mundial e publicada em 1945 depois de ter sido rejeitada por várias editoras, essa pequena narrativa causou desconforto ao satirizar ferozmente a ditadura stalinista numa época em que os soviéticos ainda eram aliados do Ocidente na luta contra o eixo nazifascista.  Mais de sessenta anos depois de escrita, ela mantém o viço e o brilho de uma alegoria perene sobre as fraquezas humanas que levam à corrosão dos grandes projetos de revolução política. É irônico que o escritor, para fazer esse retrato cruel da humanidade, tenha recorrido aos animais como personagens. De certo modo, a inteligência política que humaniza seus bichos é a mesma que animaliza os homens.

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Admirável mundo novo, de Aldous Huxley

O livro narra o cotidiano de uma sociedade controlada por um regime totalitário, onde família, monogamia, privacidade e pensamento constituem crime. Mas o solitário Bernard Marx deseja se libertar.

admiravel mundo novo
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A droga da obediência, de Pedro Bandeira

Num clima de mistério e suspense, um grupo de cinco estudantes – Os Karas – enfrenta uma macabra trama internacional liderada pelo sinistro Doutor Q.I.. Ele pretende subjugar a humanidade aos seus desígnios, aplicando na juventude uma perigosa droga. Esta já está sendo experimentada em alunos dos melhores colégios de São Paulo. Este é um trabalho para Os Karas – o avesso dos coroas, o contrário dos caretas.

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Auto da compadecida, de Ariano Suassuna

A história de João Grilo e Chicó, que andam pelas ruas anunciando A Paixão de Cristo, “o filme mais arretado do mundo”. Eles trabalham numa padaria e aproveitam a morte da cadela de dona Dora, mulher do padeiro, para ganhar um trocado. Para isto, organizam um enterro de luxo, em latim. João Grilo vive metido em confusões e, seu amigo Chicó é um covarde que gosta de contar mentiras. O medo, a morte, o céu e o inferno assombram os personagens da peça que usa dos recursos da literatura de cordel.

auto da compadecida
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Claro enigma, de Carlos Drummond de Andrade

Publicado em 1951, Claro enigma representa um momento especial na obra de Drummond. Com uma dicção mais clássica, o poeta revisita formas que haviam sido abandonadas pelo Modernismo, como o soneto, e afirma seu amor pela poesia de Dante e Camões.

claro enigma
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Comentários

5 comentários em “Os mais vendidos de abril da Estante Virtual

  • 30.05.2016 a 11:17 pm
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    Leia também “A Revolução dos Bichos” , é muito bom.

  • 30.05.2016 a 8:20 am
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    Lista ótima. Só faltou o meu autor preferido, entre qualquer outro autor: Machado de Assis

  • 28.05.2016 a 11:42 am
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    ótimos livros!dica leia tbm politicamente incorreto

  • 18.05.2016 a 6:08 pm
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    Com excessão de “A REVOLUÇÃO DOS BICHOS”, li todos os livros constantes desta relaçao da “ESTANTE VIRTUAL”, todos muito bons, de leitura agradável, atraente e enredo que prende a atenção, despertando a curiosidade de ver o desfecho e incita a leitura de uma vez só. Gostei da indicação desses livros.

  • 11.05.2016 a 9:18 am
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    Há alguns dias vcs publicaram os 10 livros japoneses que marcaram . Não consegui localizar novamente mas tenho interesse em comorar os que não tenho. Aguardo contato de vcs. Att Rosana Rabello

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