Steve Jobs: 5 livros que você deveria ler

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Famoso CEO da Apple,  Steve Jobs faria 62 anos no dia 24 de fevereiro de 2017

Sem dúvida ele era uma figura polêmica. Mas uma coisa que mesmo os detratores de Steve Jobs não podem questionar é o fato de que ele pensava fora da caixinha. Suas visões sobre a evolução da tecnologia e seu impacto nas relações humanas determinaram o sucesso de uma das maiores empresas do mundo. Muitas pessoas já se dedicaram a analisar como funcionava a mente inovadora de Steve Jobs. Para o próprio, sua maneira de pensar era influenciada por sua formação e, é claro, pelos livros que leu durante a vida. Confira abaixo alguns dos títulos que Jobs acreditava serem imprescindíveis a todos.


Rei Learde William Shakespeare

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Jobs começou sua jornada literária ainda na escola. “ Eu comecei a ouvir muita música e a ler livros fora da área de ciência e tecnologia. Shakespeare, Platão. Eu amei Rei Lear”, disse Jobs.

A clássica tragédia do velho monarca envelhecendo e tentando dividir seu reino teve um grande impacto no jovem Jobs. A obra oferece uma viva discrição do que pode dar errado quando se perde controle do próprio império. Uma história que certamente fascinou o jovem e futuro CEO.

Dieta para um pequeno planeta, de Frances Moore Lappe

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No seu primeiro ano na faculdade, Jobs leu Dieta para um pequeno planeta, um livro a respeito do vegetarianismo rico em proteína, que vendeu 3 milhões de cópias em todo o mundo. “Foi quando eu jurei abdicar de carne para sempre.”

Autobiografia de um Iogi, de Paramahansa Yogananda

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A primeira vez em que Jobs leu esta obra ele ainda estava na escola. Só o releu quando estava hospedado no sopé do Himalaia, na Índia.

“Havia uma cópia em inglês que um viajante deixara para trás e eu a li várias vezes, pois não tinha muito para fazer.” O livro se tornou uma grande influência na vida de Jobs e ele o leria novamente todos os anos.

Mente Zen, mente de principiante, de Shunryu Suzuki

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Depois que Steve Jobs voltou da Índia, seu interesse por meditação só aumento. Nos anos 70, a Califórnia foi o primeiro lugar onde o Zen Budismo se estabeleceu nos EUA e Job conseguiu frequentar cursos de Shunryu Suzuki, monge japonês autor deste livro.

“Zen tem sindo uma profunda influência na minha vida desde então”, afirmou Jobs. “Eu cheguei até a pensar em ir para o Japão e virar um monge, mas meu conselheiro espiritual me aconselhou a ficar na Califórnia.”

O dilema da inovação, de Clayton M. Christensen

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A Apple ficou conhecida por inovar. O iPhone, por exemplo, tinha muitas funções do icônico iPod, o que tornou um tocador de MP3 obsoleto. Jobs entendia que o canibalismo era uma parte necessária do crescimento, pensamento que ele aprendeu neste livro, escrito pelo lendário professor da Harvard Business School, Clay Christensen.

O livro argumenta que empresas são levadas à falência pelo próprio sucesso, comprometendo-se com um produto, mesmo quando a tecnologia e os clientes já evoluíram. Assim, Steve quis garantir que o mesmo não acontecesse com a sua empresa, como ele deixou claro em sua justificativa para adotar a computação em nuvem:

“É importante fazer esta transformação, devido ao que Clayton Christensen chama de ‘dilema do inovador’, em que pessoas que inventam uma coisa são geralmente as últimas a abandoná-la, e nós certamente não queremos ficar para trás.”


Qual livro é fundamental para a formação de pessoas inovadoras? Deixe sua opinião e participe da conversa.

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Rodrigo Espírito Santo

Rodrigo Espírito Santo

Colaborador em Estante Virtual
Mestre em Comunicação Social, MBA em Comunicação Corporativa, Pós-graduado em roteiro de audio visual. Mais de 15 anos de experiência em comunicação empresarial, endomarketing, redação publicitária, jornalística e de conteúdo para redes sociais.
Rodrigo Espírito Santo

Rodrigo Espírito Santo

Mestre em Comunicação Social, MBA em Comunicação Corporativa, Pós-graduado em roteiro de audio visual. Mais de 15 anos de experiência em comunicação empresarial, endomarketing, redação publicitária, jornalística e de conteúdo para redes sociais.

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