Três garotas super poderosas da literatura infantil

Guerreiras, aventureiras, heroínas: ninguém para essas meninas!

A melhor maneira de produzir um adulto tolerante é por meio da leitura. Assim, preparamos uma lista para expor a criança da sua vida (interna ou externa) às heroínas mais porretas dos livros para baixinhos. Confira o nosso trio parada dura.

Alice (Alice no País das Maravilhas – Lewis Carroll)

alice
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Numa época em que apenas homens barbados tinham permissão para viver aventuras, essa pequena poderosa ousou ouvir sua supercuriosidade e seguiu um coelho branco. Acabou descobrindo um mundo de encantamentos e perigos.

A verdade é que o País das Maravilhas de Carroll é povoado por alusões satíricas a amigos e inimigos do autor, além de temas sensíveis para a sociedade do século XIX. De certa forma, ao enfrentar a Rainha de Copas, Alice está lutando contra monstros tanto do universo infantil quanto adulto. E isso não é pra qualquer herói, não.

Coraline (Coraline – Neil Gaiman)

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Alice inspirou várias gerações de meninas poderosas. Mas poucas transitam com tanta tranquilidade entre o conto de fadas e as histórias de terror como Coraline.

Assim como Alice, a solitária Caroline descobre a entrada para um outro mundo. Um mundo com clones idênticos dos seus pais, apenas com botões no lugar dos olhos (!). E eles querem que ela também opte pela substituição de seus globos oculares (!!). Ela agradece o convite, mas opta por manter o dom da visão. E quando Coraline volta para casa, seus pais desapareceram e ela precisa voltar ao outro mundo para libertá-los. E quando ela acredita ter derrotado o vilão-mor, um membro (literalmente) do time dos monstros ainda volta para dar o troco. O que seria o pesadelo de muito barbado é o parque de diversões de Coraline. Também pudera. Ser heroína de uma história de Neil Gaiman não é brinquedo, não.

Julieta (Uma Menina Chamada Julieta – Ziraldo)

julieta
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A literatura infantil brasileira também tem suas super-heroínas. Depois de oito livros sobre o Menino Maluquinho, mestre Ziraldo resolveu dar voz e vez a sua “menina maluquinha.” Julieta herdou da avó sua camiseta de Capitão Marvel, seu amor pelos quadrinhos e, de seu criador, herdou a personalidade irriquieta, debochada e (como diria o próprio Ziraldo) “traquinas”.

Com a Julieta não tem tempo ruim: ensina os meninos a assoviar, detona no videogame e, no futebol, ela fecha o gol.Vai que é sua, Julieta!

E você? Qual sua personagem da literatura infantil favorita? Deixe sua opinião e participe da conversa. 

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Rodrigo Espírito Santo

Rodrigo Espírito Santo

Colaborador em Estante Virtual
Mestre em Comunicação Social, MBA em Comunicação Corporativa, Pós-graduado em roteiro de audio visual. Mais de 15 anos de experiência em comunicação empresarial, endomarketing, redação publicitária, jornalística e de conteúdo para redes sociais.
Rodrigo Espírito Santo

Rodrigo Espírito Santo

Mestre em Comunicação Social, MBA em Comunicação Corporativa, Pós-graduado em roteiro de audio visual. Mais de 15 anos de experiência em comunicação empresarial, endomarketing, redação publicitária, jornalística e de conteúdo para redes sociais.

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