Cinco livros sobre o Egito Antigo

Há 93 anos começava um dos mais famosos mistérios egípcios

26 de novembro de 1922. No coração do Egito, uma das descobertas arqueológicas mais famosas do mundo acabava de ser feita. Estava aberto o túmulo do faraó Tutancâmon. Howard Carter tornava-se a primeira pessoa a entrar na tumba do faraó em 3000 anos. As consequências deste feito misturam fascínio, mistério e morte.

Lorde Carnavon – financiador de Carter – foi um dos primeiros a ver a múmia. Logo em seguida, ele foi picado por um mosquito e a ferida infeccionou. Em estado febril, o empresário disse à irmã que Tutancâmon o havia convocado e morreu logo em seguida. No dia de sua morte, seu cachorro sofreu um enfarte fulminante.

Arthur Mace – outro membro da equipe de Carter – morreu no mesmo hotel em que Carnavon passou seus últimos dias. Joel Woolf, primeiro a fotografar a múmia, e Richard Bethell, secretário de Carter, também faleceram em condições inexplicáveis. Assim como a irmã e a mulher de Carnavon. Em seis anos, trinta e cinco pessoas ligadas à descoberta desta múmia morreram em condições bizarras.

Tanto mistério fez do Egito Antigo um cenário fértil para narrativas arqueológicas e histórias fantásticas. Confira alguns títulos ambientados neste universo.

 

Tutancâmon: o último segredo, de Christina Jacq

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Cairo, 1951. Faruk, um tirano cruel e corrupto, reina num Egito pós-guerra conturbado e alvo dos desejos de França e Inglaterra. É nesta época que Mark Wilder desembarca no país após convocação por carta anônima: “Quer saber quem você é realmente? Esteja no Cairo dentro de quinze dias (…). Nós o contataremos. Assim terá oportunidade de saber. Se não, continuará para sempre um desconhecido para si mesmo. E a sua vida não terá sido mais do que uma ilusão e uma enganação.”
Nesta obra de Christian Jacq, autor da série best-seller Ramsés, o arqueólogo Wilder se infiltra num Egito tumultuado, onde a magia benéfica dos faraós está ameaçada de desaparecer, deixando os tempos modernos desamparados diante da influência do mal.

A morte no nilo, de Agatha Christie

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Bela, rica e inteligente, a jovem herdeira Linnet Ridgeway parece conseguir tudo o que quer. No entanto, quando rouba o noivo de sua melhor amiga e se casa com ele sem pensar duas vezes, talvez Linnet esteja indo longe demais… Em sua viagem de lua de mel num cruzeiro pelo rio Nilo, no Egito, o casal apaixonado depara-se com uma série de antagonistas interessados em sua fortuna e em provocar sua infelicidade. Então Linnet é encontrada morta, com um tiro na cabeça. O que o assassino não esperava era que o detetive belga Hercule Poirot, que por acaso também estava no navio, entrará em ação para tentar montar mais esse quebra-cabeça.

Ramsés – O filho da luz, de Christian Jacq

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Ramsés reinou durante 60 anos, combateu inúmeros inimigos e seus feitos estão talhados em esculturas nos templos egípcios e em narrativas poéticas. Em O filho da luz, primeiro volume da famosa série Ramsés, o personagem que dá nome à saga acalenta anseio de tornar-se o sucessor ao trono. Contudo, ele não é o filho primogênito, e essa primazia está destinada a Chenar, seu irmão mais velho. Mas, quem realmente sucederá o faraó Sethi? O calculista e ambicioso Chenar ou o apaixonado e vigoroso Ramsés?

Imhotep, de Gilberto Bacaro

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Senhor supremo do alto e do baixo Egito, Imhotep resolve escrever este livro para ocupar o tempo e tentar deixar mais registros de acontecimentos e fatos. “Sei que os registros serão destruídos e poucos poderão durar ao longo dos tempos. As gerações futuras, devido à própria ignorância, ganância e desprezo pelos antigos e devido à transmissão de falsos profetas e a índole terrena, irão distorcer a sabedoria divina, apregoando filosofias erradas, que sobrepujarão nossos conhecimentos porque serão considerados duvidosos e sem sentido, e assim tudo será destruído.”

O enigma das múmias, de David Sentinella

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A obra procura esclarecer as dúvidas, tanto na perspectiva da medicina quanto da histórica, em torno da arte de embalsamar os mortos. O autor, David E. Sentinella, ainda reúne textos de jornalistas e de pesquisadores sobre as misteriosas culturas que buscavam conservar os próprios corpos para a vida após a morte. Passando pelas fascinantes múmias do Egito Antigo, pelas catacumbas italianas, pelas múmias guanches das Ilhas Canárias, O enigma das múmias nos permite mergulhar num misterioso mundo ancestral. O livro conta com um estilo ágil, que agrega medicina legal, história e os mistério que envolvem uma busca desesperada pela imortalidade.

 

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