Acervos sob novas direções e disponíveis na Estante Virtual

Livros ampliam horizontes e ajudam a desvendar novos universos para quem os lê.  E esse fenômeno pode acontecer também com aqueles que os vendem. Patrícia Fernandes percebeu isso há três meses quando resolveu usar o aprendizado acumulado, em mais de um ano como leitora vendedora na Estante Virtual, para alçar voos mais altos em Vila Velha, cidade onde mora, no Espírito Santo.

“Meu cunhado era dono do Sebo Utopia, mas resolveu desfazer-se da loja depois que passou num concurso público, ficando apenas com o braço virtual do negócio. O meu sobrinho, Lauro Pereira, herdou os seis mil livros que ainda não estavam cadastrados no portal e o ponto. Resolvi me juntar a ele, abrimos o Sebo Ponto de Cultura e a primeira providência foi começar o cadastramento do acervo na Estante Virtual”, conta Patrícia.

O fim de um negócio também representou uma oportunidade de virar livreiro para Helder Kotecki, de 22 anos. O estudante de Filosofia era cliente assíduo do Sebo Banca da 7, único na cidade Porto União, em Santa Catarina, até surgir a oportunidade de comprar o acervo e alugar a loja. Junto com um amigo, Helder mudou tudo: batizou o negócio de Sebo da 7, concentrou o negócio em livros usados e não mais em revistas, e cadastrou-se na Estante Virtual, da qual era usuário. “Fiz o cadastro na Estante Virtual para aumentar minhas vendas e tornar o sebo conhecido entre os clientes”, explica.

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