Um mundo de possibilidades na Estante Virtual

Abrir ou expandir o negócio, agregar valor ao produto, atingir o público-alvo, garantir o fluxo de caixa e ampliar o horário de funcionamento. Os motivos são muitos, mas a conclusão a que os livreiros chegam é a mesma: cadastrar o acervo na Estante Virtual gera muitas possibilidades de negócio. Os responsáveis pelos sebos Lugar do Livro, Universo Econômico, Lilabel e Encontro dos Livros sabem disso.

Quando ainda era estudante de Letras e morava em uma república em Mariana (MG), Allan Mello começou a vender livros nos corredores da faculdade, mas não encontrava compradores para alguns títulos até anunciá-los na Estante Virtual, descobrir que as modalidades de vendas são complementares e que o bico poderia virar um negócio. Hoje, já formado, Alan mudou da república para uma casa em Piracicaba (SP), onde funciona o Lugar do Livro, extensão de seu sebo virtual. “A Estante foi fundamental para isso”, garante o jovem de 29 anos.

Caminho parecido fez Carlos Fonseca, proprietário do sebo virtual Universo Econômico. Movido pelo ideal de unir cultura e natureza, Carlos resolveu vender seus livros sobre sociologia, antropologia e história nas praias de Niterói (RJ) no início de 2009. O projeto era bom, mas não fluiu como Carlos imaginava. Porém, bastou entrar na Estante Virtual para começar vender seus livros para estudantes de Ciências Sociais de todo o país. “Está sendo muito boa a parceria com a Estante. Hoje, vendo quase o dobro do que vendia na praia e aproveito para enviar, junto com o livro, uma poesia para os leitores”, conta o livreiro.

Há ainda quem venha sustentando a loja com as vendas pela internet. É o caso de Oswaldo Zatoni, sócio do Lilabel, em São Paulo (SP). O livreiro abriu as duas frentes de seu sebo de uma só vez em janeiro e, com a renda proveniente das encomendas feitas pela Estante Virtual, consegue manter o espaço físico onde negocia seus títulos. “Sempre fui cliente de sebos e resolvi montar um. A Estante vem permitindo que eu realize este sonho”, explica ele, acrescentando: “Negociar pela Estante é simples e muito prazeroso. Posso receber encomendas às 3h da madrugada”.

Já o professor da História Ricardo Behrens, de Feira de Santana (BA), fez um cadastro na Estante Virtual pensando em criar uma atividade para seu pai, José Carlos, que passaria o tempo vago vendendo exemplares do acervo familiar. Em pouco tempo, passou de leitor vendedor para livreiro virtual dada a proporção que a atividade havia tomado. “Acumulamos mais de mil livros que, hoje, são uma importante fonte de renda e satisfação para o meu pai. Isso só foi possível graças à Estante Virtual já que seria muito difícil administrar uma loja”, explica Ricardo.

Comentários

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Shares